segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Campanha da ONU para o Dia Mundial da Ação Humanitária

Fonte: ONUBR - Nações Unidas no Brasil


A campanha mundial das Nações Unidas para destacar o impacto que os atos humanitários, sejam eles grandes ou pequenos, podem ter no mundo foi anunciada como um sucesso por seus organizadores, com mais de um bilhão de mensagens de esperança incentivando as pessoas a fazerem algo de bom para alguém no Dia Mundial da Ação Humanitária, que este ano caiu no domingo (19).

 “Há sete bilhões de pessoas no mundo e chegamos a centenas de milhões delas com a nossa mensagem. As pessoas realmente se importam”, disse a Subsecretária-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Valerie Amos, em um comunicado para imprensa do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), também dirigido por ela.

 Para a celebração deste ano, a ONU lançou uma campanha intitulada “Eu estive aqui”, que procurava envolver pessoas através das mídias sociais de forma que elas pudessem desempenhar uma ação humanitária e compartilhar suas ações individuais com os outros através de um site interativo. Na manhã de domingo, mais de um bilhão de mensagens foram compartilhadas ao mesmo tempo.

Organizado pela OCHA e lançada em 2 de agosto, a campanha recebeu o apoio da cantora americana Beyoncé Knowles, que, juntamente com a compositora Diane Warren, doou a música ‘I Was Here’ para a campanha. Sua contribuição também incluiu a gravação de um vídeo para a canção no Salão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York.

 “Graças ao trabalho incrível de Beyoncé e de nossos parceiros, temos agora um compromisso global para a ação humanitária. A mensagem de pessoas ajudando pessoas é universal” , afirmou Amos. “Deixar a sua marca e dizer “Eu estive aqui” ecoa poderosamente para as pessoas de todo o mundo”.

“Eu sinto que todos nós queremos saber que nossa vida significou alguma coisa e que fizemos algo para alguém. Que espalhamos positividade, não importa quão grande ou pequeno seja o gesto”, disse Beyoncé durante os preparativo para o Dia.

Boa Noticia

Fonte: CASA CLAUDIA - agosto/2012

Até o final de 2013, o número de usinas eólicas no Brasil promete quadruplicar: é quando se juntrão às 46 atualmente em operação outras 140 unidades, contratadas pelo governo federal.  Com isso, a participação dessa energia limpa no sistema elétrico nacional vai pular de 0,6 para 4,2%.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Linha da Finep vai financiar até 90% de projetos

As empresas com projetos de inovação na área de eficiência energética e ambiental terão, a partir do mês que vem, R$ 2 bilhões para financiar suas operações.

A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) vai realizar uma chamada pública em agosto para oferecer a nova linha de crédito, com R$ 1,5 bilhão ao todo para as empresas, e outros R$ 500 milhões em subvenção econômica, que serão direcionados aos institutos federais e universidades que vão apoiar as companhias na implementação de seus projetos.

"Queremos atingir cerca de 300 empresas com a chamada pública da nova linha", afirma o presidente da Finep, Glauco Arbix. O alvo são empresas com projetos nas áreas de eficiência energética, mobilidade urbana, reciclagem de resíduos, biocombustíveis, veículos elétricos ou híbridos e outros.

A linha de R$ 1,5 bilhão em crédito terá caráter "superprivilegiado", segundo Arbix. Serão três anos de carência e mais dez anos para o pagamento do principal, a juros de 3,5% a 5% ao ano. Até 90% do projeto poderá ser financiado pela Finep.

"Quanto mais tecnologia e avanços em inovação a empresa apresentar, menores serão os juros e maior será a parcela do projeto que vamos financiar", afirma o presidente da instituição, que é vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Divulgada durante a conferência Rio+20, as condições da nova linha da Finep ainda não tinham sido detalhadas.

Arbix conta que a China mantém uma linha de crédito com foco semelhante - de inovação e eficiência -, mas, segundo ele, "está abaixo das condições que criamos". Lançada pelo governo chinês no início do ano, conta com juros menores, de 2% ao ano, que os que a Finep vai oferecer, mas as condições são menos "privilegiadas", diz Arbix: apenas um ano de carência, cinco anos para o pagamento do crédito e a cobertura do projeto é de até 50%.

Entre 2004 e 2011, a Finep aplicou R$ 4,5 bilhões em 477 projetos relacionados ao conceito de sustentabilidade, dos quais 34,6% (ou R$ 1,5 bilhão) foram aplicados em projetos de energia sustentáveis. O volume de recursos no período se concentrou em projetos na região Sudeste (que absorveu 43% do total de projetos) e na região Sul (27%), ante apenas 9% no Norte e 8% no Centro-Oeste.

Uma das áreas que mais entusiasma técnicos do governo, entre as que a Finep vai financiar a partir do mês que vem com a nova linha de crédito, é a de veículos elétricos e híbridos. A Finep tem como meta implementar a produção de 75 ônibus elétricos ou híbridos a etanol até 2014, e para isso, vai usar os subsídios para auxiliar no desenvolvimento das etapas de engenharia de projeto e certificação, e o crédito para a produção de lote-piloto.

"Queremos tornar os veículos híbridos [elétricos e etanol] e elétricos viáveis comercialmente, em especial para transporte coletivo urbano, e, para isso, desejamos estruturar a cadeia produtiva desses veículos com alto conteúdo nacional", diz Arbix.

Para obter os recursos, as empresas vão apresentar uma consulta prévia à Finep, após a chamada pública em agosto. Os técnicos da instituição vão, então, realizar um levantamento dos projetos com base na intensidade tecnológica requerida.
(Valor Econômico)

domingo, 15 de julho de 2012

Liga das Florestas

A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!

1   Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que  mos você a fazer o mesmo.

2   Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.

3   Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.  

4   Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

VIRADA SUSTENTÁVEL



Missão

A Virada Sustentável tem como missão difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade, utilizando a arte e as atividades lúdicas como principais ferramentas de comunicação, inspirando as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo.

Visão

Acreditamos que a sustentabilidade pode ser alegre e inspiradora. E que essa abordagem representa um apelo importante para que pessoas, organizações e instituições atuem na construção de uma sociedade mais justa e equilibrada em várias esferas.

Valores

A Virada Sustentável é um evento cultural que reúne atrações (música, teatro, dança, instalações, exposições) que têm a sustentabilidade e seus diferentes temas (mudanças climáticas, biodiversidade, água, reciclagem, diversidade, direitos humanos, mobilidade urbana etc) como conteúdo principal.

Realizada pela empresa Virada Sustentável Eventos, em parceria com o poder público local, empresas patrocinadoras e organizações da sociedade civil, a Virada Sustentável é um movimento sem fins lucrativos, que além de promover atrações gratuitas e abertas ao público, estimula e acolhe ações e eventos paralelos aderentes ao conteúdo proposto.

Funciona também como um laboratório de práticas sustentáveis nas cidades por onde passa, estimulando governos e empresas locais a adotarem soluções sustentáveis em temas como mobilidade urbana (caminhada, bicicleta e uso do transporte público), inclusão de pessoas com deficiência (acessibilidade, necessidades especiais) e empoderamento do espaço público (parques e praças).

A Virada Sustentável se compromete a gerir de maneira responsável seus próprios impactos ambientais (compensação de emissões, gestão de resíduos, incentivo à reciclagem), em parcerias estabelecidas com empresas e agentes reconhecidamente capacitados para essa função.

Apartidária e independente de grupos políticos ou interesses econômicos, a Virada Sustentável não aceita a participação direta de empresas ou entidades ligadas aos setores de álcool, tabaco e armamentos, em linha com princípios de responsabilidade social internacionalmente aceitos.

Todas as questões éticas e morais, bem como parcerias e apoios estabelecidos, conteúdo de atrações e estratégias de atuação são submetidas e debatidas pelo Conselho Curador formado por especialistas em sustentabilidade oriundos de diversos segmentos da sociedade.

domingo, 27 de maio de 2012

Blog Água Brasil


O programa Água Brasil é uma parceria entre o WWF-Brasil, a Agência Nacional de Águas, o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil, que visa alavancar a sustentabilidade no país.

Essa iniciativa representa uma oportunidade para mostrar que é possível conciliar a dimensão econômica da produção com ganhos socioambientais e associar a reciclagem de resíduos com consumo consciente.

O Programa Água Brasil está organizado em torno de quatro temas: Projetos Socioambientais, Comunicação & Engajamento, Mitigação de Riscos e Negócios Sustentáveis.

Acesse o blog e conheça as últimas novidades desta iniciativa.

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quinta-feira, 24 de maio de 2012

Há 50 anos Heineken produzia “garrafa tijolo”

Fonte: CICLOVIVO
O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa. Foto: Divulgação

Antes que o conceito de sustentabilidade fosse difundido pelo mundo, o holandês Alfred Heineken já visualizava estratégias para dar novas utilidades às garrafas de cerveja após a bebida ser consumida. A opção sugerida por ele era que elas fossem feitas no formato de tijolos, para serem reaproveitadas na construção civil.

A ideia surgiu quando Heineken fez uma viagem à ilha caribenha de Curaçao. Lá ele avistou muitas garrafas descartadas na praia, por causa da falta de dinheiro para que os engradados fossem devolvidos às plantas de engarrafamento. A outra preocupação do holandês era com a escassez de materiais de construção em preços acessíveis à classe baixa.

O empresário considerou esses dois pontos e então contratou o arquiteto holandês John Habraken para auxiliar a criar uma espécie de garrafa tijolo. Foram necessários três anos até que o modelo, chamado de Wobo, ficasse pronto. O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa.

As garrafas eram realmente capazes de exercer a função dos tijolos. Com mil Wobos era possível construir um abrigo de 33 metros quadrados. Em 1963, quando as garrafas surgiram, a fábrica holandesa produziu cem mil delas, em dois tamanhos: 350 e 500 mm, para tornar o uso mais eficiente.

A ideia foi bastante inovadora, no entanto não teve continuidade. Hoje elas são consideradas relíquias, encontradas apenas nas mãos de colecionadores ou no museu da marca em Amsterdã. No entanto, existem duas construções feitas com o material, que comprovam a veracidade da informação e a utilidade das garrafas, ambas estão localizadas em propriedades da Heineken na Holanda.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Banco do Brasil e parceiros lançam Programa Água Brasil

O Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil, a WWF-Brasil e a Agência Nacional de Águas assinam hoje, 22, protocolo de intenções para desenvolvimento do Programa Água Brasil. O Programa tem duração de cinco anos, renováveis por igual período. No dia cinco de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, serão divulgados planos de trabalho mais detalhados.

O objetivo do Água Brasil é promover a conscientização e mudanças de atitude na busca de soluções para o uso sustentável da água. Serão desenvolvidos projetos que envolvem bacias hidrográficas em cada um dos biomas brasileiros.Tais projetos vão permitir o desenvolvimento, a disseminação e a replicação de modelos e de melhores práticas de gestão e conservação de recursos hídricos. No meio urbano, serão desenvolvidas iniciativas voltadas para o estímulo ao consumo consciente e tratamento adequado dos resíduos sólidos.

“A escolha do tema está apoiada em fatores sociais, econômicos e institucionais, considerados de alta relevância para o desenvolvimento sustentável do país, como a escassez e poluição do recurso e a crescente exaustão dos aqüíferos”, informa o vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Robson Rocha.

O programa também vai disseminar melhores práticas agropecuárias junto a produtores rurais, bem como favorecer a implementação de modelos de negócios sustentáveis. Ainda segundo Robson Rocha "os produtores rurais são agentes importantes na conservação do meio ambiente por dependerem da manutenção de serviços e insumos ambientais como solo e água para seu sucesso".

Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a parceria vai promover a sinergia das instituições no avanço da sustentabilidade em atividades agropecuárias. “A capilaridade e experiência do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas, somada à importância do trabalho do WWF-Brasil em conservação da natureza mostram o potencial dessa parceria", afirma.

Fonte: Banco do Brasil / Assessoria de Imprensa BB

domingo, 22 de abril de 2012

Você pode tornar sua cidade mais segura tuitando

Fonte: Cidades inovadoras
Publicado em 21/01/2011

A Rede de Cidadãos Inovadores é uma proposta de mobilização social no Twitter para relatar problemas de segurança nas cidades

Os cidadãos saem de casa para resolver seus assuntos pessoais e, por onde passam, podem se deparar com situações negativas. Seja uma rua mal iluminada, um patrimônio público depredado ou uma zona conhecida por haver furtos.

A Rede de Cidadãos Inovadores parte do pressuposto de que esses indivíduos, que transitam diariamente pela cidade, são os mais aptos para identificar os problemas locais. Trata-se de uma ação de mobilização em prol da segurança pública que, para funcionar, depende unicamente dos cidadãos.

Quando presenciamos um problema nas vias públicas, é muito difícil, senão impossível, resolvê-lo sozinhos. Mas podemos agir compartilhando essa informação com quem tem meios de solucioná-lo.

Como participar

Quando você vir algo errado na sua cidade, principalmente em questão de segurança, poste no seu Twitter. Para esta mensagem ser localizada pelos órgãos aptos a resolver o problema, você deve incorporar duas hashtags.

A primeira é #redeci (sigla para Rede de Cidadãos Inovadores), que vai indicar a natureza do seu tweet. Essa hashtag deixará claro que você é um cidadão fazendo uma denúncia. Possibilitará, assim, que sua mensagem seja rastreada por instituições parceiras.

A outra hashtag deve apontar o local da ação. Use a abreviação da sua cidade. Por exemplo: #cwb, #sp, #rj, #poa, #bh etc.

Se você tuitar usando as duas hashtags, já estará participando da Rede de Cidadãos Inovadores.

Redeci

A Rede de Cidadãos Inovadores é uma iniciativa de membros da Rede Global de Cidades Inovadoras (Redeci).

A Redeci é uma rede distribuída de pessoas interessadas em inovações urbanas. Ela foi criada em março de 2010, durante a I Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI 2010). Atualmente, sua plataforma virtual (http://redeci.ning.com) reúne mais de mil membros.

Saiba mais sobre a Rede de Cidadãos Inovadores:
http://redeci.ning.com/page/conheca-a-rede-de-cidadaos
Inscreva-se no grupo de discussão 'Segurança' da Redeci:
http://redeci.ning.com/group/seguranca

Artista sul-coreano usa 1.000 portas reaproveitadas em fachada de prédio

Fonte: CICLO VIVO


Foto: Choi Jeong-Hwa

O artista e designer sul-coreano, Choi Jeong-Hwa, conseguiu transformar o conceito de construção, ao dar um toque de sustentabilidade e irreverência a um edifício em Seul. A instalação conta com mil portas reaproveitadas, instaladas em toda a fachada.

O trabalho foi concluído em 2009 e batizado de “Doors”, que em português significa portas e é um nome que representa bem este projeto. As portas usadas pelo artista são todas antigas e juntas formam uma diversidade sem tamanho de cores e estilos.

As portas que dão forma ao prédio permanecem fechadas, mas ainda assim Jeong-Hwa se preocupou em usar também modelos que tivessem janelas ou vidros acoplados para preservar a iluminação natural.

O artista sul-coreano explica que a sua inspiração vem de coisas simples e da maneira como as pessoas “normais”, ou seja, quem não é artista profissional, lida com diferentes materiais. “Trabalho com coisas de uso diário e tento transformá-las em arte”, declarou ele em vídeo divulgado pelo site “The Creators Project”.

Além do prédio feito com portas, Jeong-Hwa foi o responsável por outra grande obra sustentável. Durante a olimpíada de design de Seul, em 2008, ele decorou o estádio olímpico com o lixo plástico, entregue por dez milhões de pessoas. Tudo foi pendurado na parede externa da construção e o projeto foi apelidado de “Junte Junto”. O principal conceito por trás das criações do sul-coreano é conseguir mesclar o novo e o velho e, sempre que possível, transformar o que parece velho em algo novo.