quinta-feira, 24 de maio de 2012

Há 50 anos Heineken produzia “garrafa tijolo”

Fonte: CICLOVIVO
O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa. Foto: Divulgação

Antes que o conceito de sustentabilidade fosse difundido pelo mundo, o holandês Alfred Heineken já visualizava estratégias para dar novas utilidades às garrafas de cerveja após a bebida ser consumida. A opção sugerida por ele era que elas fossem feitas no formato de tijolos, para serem reaproveitadas na construção civil.

A ideia surgiu quando Heineken fez uma viagem à ilha caribenha de Curaçao. Lá ele avistou muitas garrafas descartadas na praia, por causa da falta de dinheiro para que os engradados fossem devolvidos às plantas de engarrafamento. A outra preocupação do holandês era com a escassez de materiais de construção em preços acessíveis à classe baixa.

O empresário considerou esses dois pontos e então contratou o arquiteto holandês John Habraken para auxiliar a criar uma espécie de garrafa tijolo. Foram necessários três anos até que o modelo, chamado de Wobo, ficasse pronto. O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa.

As garrafas eram realmente capazes de exercer a função dos tijolos. Com mil Wobos era possível construir um abrigo de 33 metros quadrados. Em 1963, quando as garrafas surgiram, a fábrica holandesa produziu cem mil delas, em dois tamanhos: 350 e 500 mm, para tornar o uso mais eficiente.

A ideia foi bastante inovadora, no entanto não teve continuidade. Hoje elas são consideradas relíquias, encontradas apenas nas mãos de colecionadores ou no museu da marca em Amsterdã. No entanto, existem duas construções feitas com o material, que comprovam a veracidade da informação e a utilidade das garrafas, ambas estão localizadas em propriedades da Heineken na Holanda.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Banco do Brasil e parceiros lançam Programa Água Brasil

O Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil, a WWF-Brasil e a Agência Nacional de Águas assinam hoje, 22, protocolo de intenções para desenvolvimento do Programa Água Brasil. O Programa tem duração de cinco anos, renováveis por igual período. No dia cinco de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, serão divulgados planos de trabalho mais detalhados.

O objetivo do Água Brasil é promover a conscientização e mudanças de atitude na busca de soluções para o uso sustentável da água. Serão desenvolvidos projetos que envolvem bacias hidrográficas em cada um dos biomas brasileiros.Tais projetos vão permitir o desenvolvimento, a disseminação e a replicação de modelos e de melhores práticas de gestão e conservação de recursos hídricos. No meio urbano, serão desenvolvidas iniciativas voltadas para o estímulo ao consumo consciente e tratamento adequado dos resíduos sólidos.

“A escolha do tema está apoiada em fatores sociais, econômicos e institucionais, considerados de alta relevância para o desenvolvimento sustentável do país, como a escassez e poluição do recurso e a crescente exaustão dos aqüíferos”, informa o vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Robson Rocha.

O programa também vai disseminar melhores práticas agropecuárias junto a produtores rurais, bem como favorecer a implementação de modelos de negócios sustentáveis. Ainda segundo Robson Rocha "os produtores rurais são agentes importantes na conservação do meio ambiente por dependerem da manutenção de serviços e insumos ambientais como solo e água para seu sucesso".

Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a parceria vai promover a sinergia das instituições no avanço da sustentabilidade em atividades agropecuárias. “A capilaridade e experiência do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas, somada à importância do trabalho do WWF-Brasil em conservação da natureza mostram o potencial dessa parceria", afirma.

Fonte: Banco do Brasil / Assessoria de Imprensa BB

domingo, 22 de abril de 2012

Você pode tornar sua cidade mais segura tuitando

Fonte: Cidades inovadoras
Publicado em 21/01/2011

A Rede de Cidadãos Inovadores é uma proposta de mobilização social no Twitter para relatar problemas de segurança nas cidades

Os cidadãos saem de casa para resolver seus assuntos pessoais e, por onde passam, podem se deparar com situações negativas. Seja uma rua mal iluminada, um patrimônio público depredado ou uma zona conhecida por haver furtos.

A Rede de Cidadãos Inovadores parte do pressuposto de que esses indivíduos, que transitam diariamente pela cidade, são os mais aptos para identificar os problemas locais. Trata-se de uma ação de mobilização em prol da segurança pública que, para funcionar, depende unicamente dos cidadãos.

Quando presenciamos um problema nas vias públicas, é muito difícil, senão impossível, resolvê-lo sozinhos. Mas podemos agir compartilhando essa informação com quem tem meios de solucioná-lo.

Como participar

Quando você vir algo errado na sua cidade, principalmente em questão de segurança, poste no seu Twitter. Para esta mensagem ser localizada pelos órgãos aptos a resolver o problema, você deve incorporar duas hashtags.

A primeira é #redeci (sigla para Rede de Cidadãos Inovadores), que vai indicar a natureza do seu tweet. Essa hashtag deixará claro que você é um cidadão fazendo uma denúncia. Possibilitará, assim, que sua mensagem seja rastreada por instituições parceiras.

A outra hashtag deve apontar o local da ação. Use a abreviação da sua cidade. Por exemplo: #cwb, #sp, #rj, #poa, #bh etc.

Se você tuitar usando as duas hashtags, já estará participando da Rede de Cidadãos Inovadores.

Redeci

A Rede de Cidadãos Inovadores é uma iniciativa de membros da Rede Global de Cidades Inovadoras (Redeci).

A Redeci é uma rede distribuída de pessoas interessadas em inovações urbanas. Ela foi criada em março de 2010, durante a I Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI 2010). Atualmente, sua plataforma virtual (http://redeci.ning.com) reúne mais de mil membros.

Saiba mais sobre a Rede de Cidadãos Inovadores:
http://redeci.ning.com/page/conheca-a-rede-de-cidadaos
Inscreva-se no grupo de discussão 'Segurança' da Redeci:
http://redeci.ning.com/group/seguranca

Artista sul-coreano usa 1.000 portas reaproveitadas em fachada de prédio

Fonte: CICLO VIVO


Foto: Choi Jeong-Hwa

O artista e designer sul-coreano, Choi Jeong-Hwa, conseguiu transformar o conceito de construção, ao dar um toque de sustentabilidade e irreverência a um edifício em Seul. A instalação conta com mil portas reaproveitadas, instaladas em toda a fachada.

O trabalho foi concluído em 2009 e batizado de “Doors”, que em português significa portas e é um nome que representa bem este projeto. As portas usadas pelo artista são todas antigas e juntas formam uma diversidade sem tamanho de cores e estilos.

As portas que dão forma ao prédio permanecem fechadas, mas ainda assim Jeong-Hwa se preocupou em usar também modelos que tivessem janelas ou vidros acoplados para preservar a iluminação natural.

O artista sul-coreano explica que a sua inspiração vem de coisas simples e da maneira como as pessoas “normais”, ou seja, quem não é artista profissional, lida com diferentes materiais. “Trabalho com coisas de uso diário e tento transformá-las em arte”, declarou ele em vídeo divulgado pelo site “The Creators Project”.

Além do prédio feito com portas, Jeong-Hwa foi o responsável por outra grande obra sustentável. Durante a olimpíada de design de Seul, em 2008, ele decorou o estádio olímpico com o lixo plástico, entregue por dez milhões de pessoas. Tudo foi pendurado na parede externa da construção e o projeto foi apelidado de “Junte Junto”. O principal conceito por trás das criações do sul-coreano é conseguir mesclar o novo e o velho e, sempre que possível, transformar o que parece velho em algo novo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Tons da Natureza



"Bambuzal na chácara"

Hora do Planeta direto do espaço sideral

A HORA DO PLANETA




O embaixador da Rede WWF e astronauta, André Kuipers, irá registrar imagens da Terra durante a Hora do Planeta.

Pela primeira vez na história da Hora do Planeta, este ano o apagar das luzes em diversas regiões do mundo será registrado diretamente do espaço sideral.

A Hora do Planeta irá alcançar a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), onde o astronauta e embaixador da Rede WWF, André Kuipers, irá vigiar nosso planeta no momento em que as luzes forem desligadas na noite de 31 de março.

Ele irá compartilhar essa experiência com todas as organizações da Rede WWF no mundo por meio de imagens fotográficas e comentários ao vivo via Agência Espacial Européia (ESA).

Kuipers se diz emocionado e contente em participar da Hora do Planeta e por levar para um novo patamar esse movimento de relevância mundial. "Não há melhor maneira de conscientizar as pessoas sobre o futuro do planeta mais bonito do universo!", afirma.

O co-fundador e diretor executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley, destaca que as pessoas, sejam cidadãos ou empresários, crianças escolares ou líderes mundiais, precisam acreditar que "podem fazer a diferença e agir". “O estado do nosso planeta afeta a cada um e a todos nós. No ano passado, a Hora do Planeta atingiu 1,8 bilhões de pessoas em todo o planeta. Este ano, com uma mídia digital, oferecemos uma oportunidade ainda maior de conectar pessoas que desejam adotar as ações tão necessárias em prol do meio ambiente”, disse Ridley.

No Brasil, a sociedade está se mobilizando para o apagar das luzes no dia 31 de março. “O WWF-Brasil convida a todos a participar desse movimento global e mostrar ao mundo sua preocupação com o meio ambiente. Este ano somos anfitriões da conferência Rio + 20, que entre outros temas vai debater o desenvolvimento sustentável, e é fundamental que a população brasileira esteja engajada e fazendo sua parte”, disse Regina Cavini, superintendente de Comunicação e Engajamento do WWF-Brasil.

Em 2012, a TIM e o Pão de Açúcar são os patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil e novamente o Rio de Janeiro é cidade oficial do movimento no país.

Hora do Planeta no mundo:
A Hora do Planeta usa Ícones mundiais como o Grande Recife de Corais na Austrália e o vasto Triângulo dos Corais para destacar o impacto das mudanças climáticas tanto no habitat dos corais como na abundante vida marinha e, por meio da criação de vídeos postados no YouTube, mostra às pessoas quais são as maneiras de ajudar as áreas que se encontram ameaçadas.

Celebridades do mundo inteiro também incentivam a participação na Hora do Planeta e apoiam o movimento. Entre elas, está o ativista ambiental e ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore que, numa mensagem de vídeo gravada na Antártida, pede a todas as pessoas do mundo, em todos os lugares, para que desliguem as luzes na noite de 31 de março.

A Hora do Planeta cresceu. Ela começou como uma iniciativa de uma única cidade, em 2007 e, no ano passado, envolveu 5.251 cidades num vigoroso movimento mundial que alcançou 1,8 milhão de pessoas em 135 países nos sete continentes.

Não se esqueça: a Hora do Planeta 2012 acontece das 20h30min às 21h30min de sábado, 31 de março. Participe!

Hora do Planeta 2012



Pelo quarto ano consecutivo, o WWF-Brasil convoca a população brasileira a participar do movimento mundial Hora do Planeta, que levou 1 bilhão de pessoas a apagarem as luzes em todo o mundo, em 2011. A mobilização tem como objetivo a reflexão sobre o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.

O Rio de Janeiro será, mais uma vez, a cidade-âncora da campanha brasileira e ícones da paisagem carioca serão apagados, como o Cristo Redentor, a Igreja da Penha, o Monumento dos Pracinhas, a orla de Copacabana e o Arpoador.

PARTICIPE: no dia 31 de março, apague suas luzes por 60 minutos, a partir das 20:30hs (horário local).

Participe!

domingo, 18 de março de 2012

Helsinki, na Finlândia, é referência entre as cidades sustentáveis

Fonte: CicloVivo



A capital finlandesa, Helsinki, é um exemplo mundial de como ser sustentável. Desde 2002, quando foi criado o Plano de Ação em Sustentabilidade, a cidade trabalha para ser referência no controle da poluição, cuidado com a natureza e com a população.

As estratégias são baseadas, em sua maioria, nos princípios da Agenda 21 e o principal desafio das autoridades finlandesas é conseguir reunir departamentos governamentais, ONGs e a própria sociedade civil, trabalhando juntos em prol de uma cidade mais justa e sustentável.

Entre as questões levantadas no plano de ação de 2002, estavam as modificações energéticas, por modelos mais limpos e eficientes, o cuidado com o tratamento adequado dos resíduos, investimentos em transportes coletivos e aprimoramento da estrutura para bicicletas, melhorias na educação etc.

Hoje, dez anos após o documento ser elaborado, a cidade dá muitos exemplos de como é possível se desenvolver de maneira sustentável. O plano de ação caracterizava o sistema ferroviário como a “espinha dorsal” do setor de transportes públicos. O fato foi consumado, e a cidade tem uma malha ferroviária grande e eficiente, que permite que muitos cidadãos deixem os carros na garagem e optem pelos trens. Outro destaque na área de transporte urbano é o sistema de compartilhamento de bikes, que cresceu muito nos últimos anos.

Conforme informado pelo site norte-americano Inhabitat, a cidade produz a sua própria eletricidade, que é distribuída em somente uma planta de co-geração, um sistema muito mais eficiente que os tradicionais. Além disso, a capital finlandesa é pioneira nos centros eficientes de armazenamento de dados, que reduzem consideravelmente as emissões de dióxido de carbono.

A preocupação ambiental é uma constante em todo o país, que se comprometeu a preservar arquipélagos e apóia o Desafio do Mar Báltico. Para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, Helsinki se preocupa com a destinação correta dos resíduos. Mais da metade do lixo produzido é encaminhada à reciclagem, outra boa parte é incinerada. Antes disso, o plano de ação determina que é necessário haver a prevenção para minimizar a quantidade de resíduos produzida.

No site da cidade está estampado o desejo de se desenvolver de maneira consciente e correta: “Helsinki está empenhada em implementar a sustentabilidade ecológica, social e econômica, porque a cidade visa salvaguardar boas condições de vida para todos os residentes, agora e no futuro”.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Falsos vilões - A indústria do papel



Fonte: SUPER INTERESANTE - dez / 2011
por Maurício Horta

Falsos vilões

Cortar árvores, eliminar carbono, sacos plásticos: tudo isso faz mal para o planeta. Mas a história não acaba por aqui

A indústria do papel

Derrubar um campo de futebol de floresta equivale a emitir 500 toneladas de CO2. Mas reflorestar esse mesmo terreno para produzir madeira e papel limpa a atmosfera. A lógica é simples: ao crescer, a árvore absorve CO2, fazendo o famoso sequestro de carbono, que é armazenado na celulose usada para a produção do papel. No Brasil, a indústria de celulose emite 21 milhões de toneladas de CO2, mas as florestas plantadas de pinus e eucalipto sequestram 64 milhões de toneladas de CO2. Ou seja, essa conta dá superávit - a plantação limpa mais do que polui. E tem um detalhe, enquanto cresce, uma floresta capta muito mais CO2 do que quando chega à maturidade. Por isso, em termos de limpeza de carbono, é até melhor derrubar e plantar uma floresta nova do que deixar uma sempre de pé. Além disso, a indústria do papel garante que sempre exista uma cobertura de árvores em seus terrenos - afinal, mesmo quando ela está cortando um lote de floresta para produzir papel, há um outro que está de pé (e respirando) . E o melhor para a sua consciência é que o papel utilizado no Brasil não vem do desmatamento de mogno na Amazônia, mas da colheita de eucalipto e pinus de florestas plantadas no sul do país (veja quadro).

Mais limpo que sujo

Cortar árvores é ruim. Mas replantá-las o tempo todo limpa a atmosfera.

21 milhões de toneladas de CO2 é o que emite a indústria do papel.

64 milhões de toneladas de CO2 é quanto absorvem as árvores da mesma indústria.

É pinheirinho

Veja os estados que mais produzem papel no Brasil.

44% - São Paulo

21% - Paraná

19% - Santa Catarina

4% - Bahia

4% - Minas Gerais

8% - Outros*

O papel produzido na região Norte é usado em embalagens e papel higiênico para consumo local

Veja também Guia verde politicamente incorreto

Arquitetos projetam vila sustentável na Índia



Fonte: CICLOVIVO

O escritório de arquitetura holandês Ooze criou um projeto de uso residencial e comercial a ser localizado em Gundala, a 35 km ao sul da cidade de Hyderabad, na Índia central. O objetivo do projeto, denominado ‘Forest Life’ ou 'Vida na Floresta’, é criar uma eco-comunidade com tipologias de vilas individuais localizadas dentro da floresta, ao lado de uma área repleta de torres residenciais e um centro comercial, com lojas, atividades de lazer e escritórios, ao longo da estrada principal.

Com um centro cultural, esportivo e comunitário, além de um templo também localizado entre as vilas e a floresta, o projeto centra-se na integração da paisagem natural existente, a inclinação do terreno e a floresta com o ambiente construído.

Os terrenos retangulares têm a face voltada para o norte, seguindo os princípios “vastu” para infraestrutura e unidades residenciais. Esses princípios milenares védicos atrai bons fluidos para todos os ambientes. Ele dita até os pormenores da construção, como a melhor direção para se começar a escavar a terra e levantar uma parede, e ensina os melhores momentos para cada fase da construção, com precisão de minutos.

As interligações entre os pequenos diferentes bairros era um dos critérios mais importantes do desenho urbano para assegurar que cada unidade fosse acessível por carro, a pé ou de bicicleta. Cada parte é acessível através de uma rede de espaços verdes públicos, meio natural/meio paisagístico que penetra na estrutura construída, criando zonas de interação social, telas naturais que criam espaços de privacidade. Cada unidade tem um acesso de frente para uma rua e um acesso, nos fundos, para o verde.

A tipologia das moradias é baseada na ideia de uma vida natural em simbiose com a natureza. O jardim é como uma extensão da sala de estar. Pátios e varandas incluem a natureza dentro do ambiente. As fronteiras entre o exterior e interior são intencionalmente turvas. Cada unidade é projetada seguindo critérios de sustentabilidade, levando em consideração os ciclos de vida e sistemas autônomos que integram o aspecto da água, energia e resíduos em diferentes escalas: a casa, a comunidade e a vizinhança.

O “clima” reinterpreta o tradicional ornamental "Jali" (pedra perfurada ou tela de treliça) que envolve os espaços. É uma característica evolutiva que se transforma, de acordo com a orientação e as exigências de privacidade de cada unidade residencial. Cada residência será única. Com informações do Oooze.