A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) anunciou ontem a meta de reduzir em 40% o uso de sacolas plásticas nos supermercados de todo o País até 2015.
Segundo a entidade, a iniciativa faz parte de um plano em consonância com a Política Nacional de Resíduos Sólidos e visa a promover o consumo consciente. A Abras defende uma lei federal única para restringir o consumo das sacolas.
'Vamos fazer a nossa parte. Mas é preciso que o Poder Público também faça a dele, criando uma lei federal única para disciplinar a utilização das sacolinhas e ações efetivas para incentivar a reciclagem', diz Sussumu Honda, presidente da Abras.
Por O Estado de S. Paulo
domingo, 28 de novembro de 2010
Máquina de venda reversa chega ao Brasil em 2011

A máquina consegue identificar, coletar e compactar diversos materiais recicláveis. (Imagens:Divulgação)
A Susten Trading, representante da multinacional Tomra no Brasil, trouxe para o mercado nacional a Máquina de Venda Reversa (RVM). Através do uso de uma tecnologia avançada a máquina consegue identificar, coletar e compactar diversos materiais recicláveis. Capacitado para receber todo o tipo resíduo, o equipamento foi lançado no Brasil durante a XII FIMAI - Feira Internacional de Meio Ambiente Industrial e Sustentabilidade.
O aparelho, de origem norueguesa, é utilizado em países que adotam a legislação de Depósitos de Sentido Único e que estabelecem um depósito monetário para cada engarrafado que for comprado. Quando o consumidor retorna com os recicláveis ele recebe um vale-desconto. A máquina imprime um recibo com o valor que o consumidor tem a receber ou abater de sua compra do estabelecimento. “Como no Brasil não há a lei do depósito, as empresas podem associar sua marca nas máquinas nos quiosques de coleta, premiando seus consumidores com descontos em seus produtos ou até programas de acumulo de ponto”, explica Felipe Kurc, diretor comercial da Susten Trading.
Cada máquina recebe um tipo de programação para reconhecer qual resíduo será inserido e assim armazenado em diferentes compartimentos, deixando-os prontos para o transporte seletivo. A RVM aceita latas de alumínio e metal, garrafas PET, plásticos, vidros e embalagens de produtos de beleza e de limpeza. “Nosso objetivo é conscientizar os brasileiros sobre a importância da reciclagem, não só das latinhas que já têm um índice altíssimo de reciclagem no Brasil, mas também de outros recipientes que os consumidores não sabem que são retornáveis. Esta ação pode reduzir os custos de energia, água e também a redução de CO2 na atmosfera”, afirma Kurc.
O lançamento da máquina no Brasil pode colaborar com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, legislação que obriga as empresas a estabelecerem ações como o sistema de logística reversa, em que os fabricantes são obrigados a darem a destinação adequada aos itens produzidos. A previsão é de que a máquina seja instalada em supermercados, shoppings, metrôs, parques, faculdades e lojas de conveniência. Kurc explica que a meta para novembro de 2011 é de que o Brasil tenha aproximadamente 130 máquinas espalhadas por todo o país.
Fonte: CICLO VIVO - Plantando Notícias
“Juventude, Consumo e Política”
81% dos jovens brasileiros compram sem levar em conta a sustentabilidade

A pesquisa “Juventude, Consumo e Política”, divulgada no início de novembro, mostrou que 81% dos jovens brasileiros nunca se baseiam em critérios sustentáveis ao fazer compras. Mesmo assim, boa parte dos 457 entrevistados acredita que optar por empresas responsáveis pode causar mudanças na sociedade.
O estudo realizado pelo Centro de Altos Estudos, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (CAEPM), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e com o Banco Santander, teve como objetivo verificar a prática do consumo sustentável entre os jovens de 16 a 25 anos. Entre os itens analisados estão: participação e engajamento ambiental e social, nível de informação, instituições consideradas responsáveis por melhores condições de vida, participação política, entre outras coisas.
A conclusão obtida a partir da pesquisa é de que por mais que a juventude brasileira acredite que os ideais de sustentabilidade possam causar mudanças na sociedade, poucas pessoas usam o poder de compra para que as empresas sintam a necessidade de ter práticas sustentáveis.
Um dos motivos causadores dessa falta de preocupação no momento da compra é a diferença nos valores dos produtos fabricados por empresas que seguem padrões ambientalmente corretos, em relação aos outros que não seguem normas sustentáveis. Essa foi a razão apontada por 45% dos entrevistados. Outros 39% dos jovens relacionaram também a dificuldade em obter informações acerca do serviço ou do processo de fabricação do produto, para que a partir daí seja possível julgar e fazer uma escolha mais consciente.
A diretora da pesquisa, Lívia Barbosa, informou que “os dados da pesquisa confirmam o que já ocorre na sociedade brasileira como um todo, ou seja, há uma disposição considerável em praticar boas ações. As pessoas, incluindo os jovens que foram pesquisados, sabem claramente o que é certo e o que é errado, entretanto há uma certa dificuldade na hora de praticar a ação concreta em benefício do bem”.
Mesmo que os resultados da pesquisa não pareçam tão animadores, eles foram encarados de forma positiva, como uma amostra de que é possível ter boas perspectivas para o futuro a partir desses números atuais.
Fonte: Instituto Akatu

A pesquisa “Juventude, Consumo e Política”, divulgada no início de novembro, mostrou que 81% dos jovens brasileiros nunca se baseiam em critérios sustentáveis ao fazer compras. Mesmo assim, boa parte dos 457 entrevistados acredita que optar por empresas responsáveis pode causar mudanças na sociedade.
O estudo realizado pelo Centro de Altos Estudos, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (CAEPM), em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro e com o Banco Santander, teve como objetivo verificar a prática do consumo sustentável entre os jovens de 16 a 25 anos. Entre os itens analisados estão: participação e engajamento ambiental e social, nível de informação, instituições consideradas responsáveis por melhores condições de vida, participação política, entre outras coisas.
A conclusão obtida a partir da pesquisa é de que por mais que a juventude brasileira acredite que os ideais de sustentabilidade possam causar mudanças na sociedade, poucas pessoas usam o poder de compra para que as empresas sintam a necessidade de ter práticas sustentáveis.
Um dos motivos causadores dessa falta de preocupação no momento da compra é a diferença nos valores dos produtos fabricados por empresas que seguem padrões ambientalmente corretos, em relação aos outros que não seguem normas sustentáveis. Essa foi a razão apontada por 45% dos entrevistados. Outros 39% dos jovens relacionaram também a dificuldade em obter informações acerca do serviço ou do processo de fabricação do produto, para que a partir daí seja possível julgar e fazer uma escolha mais consciente.
A diretora da pesquisa, Lívia Barbosa, informou que “os dados da pesquisa confirmam o que já ocorre na sociedade brasileira como um todo, ou seja, há uma disposição considerável em praticar boas ações. As pessoas, incluindo os jovens que foram pesquisados, sabem claramente o que é certo e o que é errado, entretanto há uma certa dificuldade na hora de praticar a ação concreta em benefício do bem”.
Mesmo que os resultados da pesquisa não pareçam tão animadores, eles foram encarados de forma positiva, como uma amostra de que é possível ter boas perspectivas para o futuro a partir desses números atuais.
Fonte: Instituto Akatu
terça-feira, 23 de novembro de 2010
27 de novembro é dia Mundial Sem Compras
Data instituída no Canadá nos anos 1990 já é comemorada em mais de 60 países
da equipe Akatu

Você consegue se lembrar do último dia em que não comprou nada?...
E sabia que existe um dia mundial dedicado a isso, literalmente o “dia de não comprar nada”?
Sim, atualmente mais de 60 países comemoram o “Buy Nothing Day” ou, como é chamado nos países de língua portuguesa, Dia Mundial sem Compras, que, pelo mundo, é celebrado no último sábado de novembro; nos EUA e no Canadá, um dia depois do Dia de Ação de Graças.
Portanto, o próximo sábado, dia 27 de novembro é o Dia Mundial sem Compras. Assim como no Brasil, na maior parte do planeta, o sábado é um tradicional dia dedicado às compras, daí o desafio da comemoração. Aliás, mais que uma comemoração, é um dia de reflexão, assim como é o Dia Mundial sem Carro, comemorado em 22 de setembro.
“O modelo econômico, desde o pós-Guerra, tem sido baseado no aumento constante da produção de bens e serviços e na obsolescência programada de produtos, muitas vezes sem uma preocupação mais detida com o real bem-estar das pessoas”, alerta Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.
“Mais que isso, trata-se de um modelo que ignora os limites ambientais e a justiça social, o que resultou em um mundo em que praticamente se vive para consumir, em vez de consumir para viver. Nesse processo, o consumo tornou-se um fim em si mesmo, deixando de ser o que realmente é: um instrumento de bem-estar”, completa Mattar.
E o resultado disso é um padrão de produção e consumo insustentável: concentrado e excessivo. Segundo o relatório “Estado do Mundo – 2010”, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais que a Terra consegue repor; e apenas 16% da população mundial (pouco mais de 1 bilhão de pessoas) abocanham 78% desses recursos, restando apenas 22% dos recursos para 84% da população (os 5,8 bilhões de pessoas restantes).
Sustentabilidade implica em garantir acesso justo a bens e serviços a todos hoje e no futuro. Portanto o acesso deve ser estendido aos que estão de fora hoje, sem, no entanto, comprometer a vida das gerações futuras.
Daí a profunda reflexão sobre a necessidade de mudança no estilo de vida das pessoas. Se o padrão de consumo daquele 1 bilhão de pessoas que consomem fosse estendido a toda a população, seriam necessários cinco planetas.
O Dia Mundial sem Compras e o movimento mundial pelo Consumo Consciente não são contra o consumo. Consumir conscientemente não é não consumir, mas consumir menos e diferente.
Mas um dia só faz alguma diferença? Os ativistas britânicos do Buy Nothing Day explicam que a intenção não é mudar o estilo de vida do planeta num único dia. A ideia é despertar a consciência das pessoas para que percebam os impactos de seu consumo no meio ambiente.
“Todo consumo causa impacto – positivo ou negativo – na economia, nas relações sociais, na natureza e em cada indivíduo”, diz o presidente do Akatu.
“Ao ter essa consciência, o consumidor pode buscar aumentar os impactos positivos e diminuir os negativos de seu consumo na hora de decidir por que comprar e de escolher o que comprar, de quem comprar, como comprar e de definir a maneira de usar e, depois, descartar o que não serve mais”, explica Mattar.
O Dia Mundial sem Compras busca, portanto, contribuir para a construção de uma sociedade que promova um maior sentido de vida para as pessoas e o respeito aos recursos naturais e sociais.
A ideia do Dia Mundial sem Compras, ora atribuída ao artista Ted Dave, ora à ONG Adbusters Media, veio do Canadá, no início dos anos 1990, como uma forma de protesto contra o consumismo que assola a sociedade contemporânea.
Desde então, são realizadas manifestações em todo o mundo contra os males do consumo exagerado ao bolso e à saúde de quem consome, à sociedade e ao meio ambiente. Ativistas fazem “tours de zumbis” em shoppings e supermercados - caminhando pacificamente em grupos de pessoas fantasiadas e com olhar perdido pelos corredores –, destroem seus próprios cartões de crédito em praça pública, promovem feiras de trocas... Os mais dedicados, além de não fazer compra alguma, consomem o estritamente necessário de água, ainda evitam ligar aparelhos elétricos, fazer ligações telefônicas e usar carros.
Veja mais em:
- http://www.buynothingday.co.uk
- http://www.adbusters.org/campaigns/bnd
da equipe Akatu

Você consegue se lembrar do último dia em que não comprou nada?...
E sabia que existe um dia mundial dedicado a isso, literalmente o “dia de não comprar nada”?
Sim, atualmente mais de 60 países comemoram o “Buy Nothing Day” ou, como é chamado nos países de língua portuguesa, Dia Mundial sem Compras, que, pelo mundo, é celebrado no último sábado de novembro; nos EUA e no Canadá, um dia depois do Dia de Ação de Graças.
Portanto, o próximo sábado, dia 27 de novembro é o Dia Mundial sem Compras. Assim como no Brasil, na maior parte do planeta, o sábado é um tradicional dia dedicado às compras, daí o desafio da comemoração. Aliás, mais que uma comemoração, é um dia de reflexão, assim como é o Dia Mundial sem Carro, comemorado em 22 de setembro.
“O modelo econômico, desde o pós-Guerra, tem sido baseado no aumento constante da produção de bens e serviços e na obsolescência programada de produtos, muitas vezes sem uma preocupação mais detida com o real bem-estar das pessoas”, alerta Helio Mattar, presidente do Instituto Akatu pelo Consumo Consciente.
“Mais que isso, trata-se de um modelo que ignora os limites ambientais e a justiça social, o que resultou em um mundo em que praticamente se vive para consumir, em vez de consumir para viver. Nesse processo, o consumo tornou-se um fim em si mesmo, deixando de ser o que realmente é: um instrumento de bem-estar”, completa Mattar.
E o resultado disso é um padrão de produção e consumo insustentável: concentrado e excessivo. Segundo o relatório “Estado do Mundo – 2010”, a humanidade já consome 30% a mais de recursos naturais que a Terra consegue repor; e apenas 16% da população mundial (pouco mais de 1 bilhão de pessoas) abocanham 78% desses recursos, restando apenas 22% dos recursos para 84% da população (os 5,8 bilhões de pessoas restantes).
Sustentabilidade implica em garantir acesso justo a bens e serviços a todos hoje e no futuro. Portanto o acesso deve ser estendido aos que estão de fora hoje, sem, no entanto, comprometer a vida das gerações futuras.
Daí a profunda reflexão sobre a necessidade de mudança no estilo de vida das pessoas. Se o padrão de consumo daquele 1 bilhão de pessoas que consomem fosse estendido a toda a população, seriam necessários cinco planetas.
O Dia Mundial sem Compras e o movimento mundial pelo Consumo Consciente não são contra o consumo. Consumir conscientemente não é não consumir, mas consumir menos e diferente.
Mas um dia só faz alguma diferença? Os ativistas britânicos do Buy Nothing Day explicam que a intenção não é mudar o estilo de vida do planeta num único dia. A ideia é despertar a consciência das pessoas para que percebam os impactos de seu consumo no meio ambiente.
“Todo consumo causa impacto – positivo ou negativo – na economia, nas relações sociais, na natureza e em cada indivíduo”, diz o presidente do Akatu.
“Ao ter essa consciência, o consumidor pode buscar aumentar os impactos positivos e diminuir os negativos de seu consumo na hora de decidir por que comprar e de escolher o que comprar, de quem comprar, como comprar e de definir a maneira de usar e, depois, descartar o que não serve mais”, explica Mattar.
O Dia Mundial sem Compras busca, portanto, contribuir para a construção de uma sociedade que promova um maior sentido de vida para as pessoas e o respeito aos recursos naturais e sociais.
A ideia do Dia Mundial sem Compras, ora atribuída ao artista Ted Dave, ora à ONG Adbusters Media, veio do Canadá, no início dos anos 1990, como uma forma de protesto contra o consumismo que assola a sociedade contemporânea.
Desde então, são realizadas manifestações em todo o mundo contra os males do consumo exagerado ao bolso e à saúde de quem consome, à sociedade e ao meio ambiente. Ativistas fazem “tours de zumbis” em shoppings e supermercados - caminhando pacificamente em grupos de pessoas fantasiadas e com olhar perdido pelos corredores –, destroem seus próprios cartões de crédito em praça pública, promovem feiras de trocas... Os mais dedicados, além de não fazer compra alguma, consomem o estritamente necessário de água, ainda evitam ligar aparelhos elétricos, fazer ligações telefônicas e usar carros.
Veja mais em:
- http://www.buynothingday.co.uk
- http://www.adbusters.org/campaigns/bnd
Isopor - O Impacto no Meio Ambiente
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.
Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.
Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.
O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.
A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.
Redação Ambiente Brasil
O isopor é um produto sintético proveniente do petróleo e deriva da natureza, tal como o vidro, a cerâmica e os metais.
Na natureza o isopor leva 150 anos para ser degradado, conforme estimativas. Na natureza, pelotas de isopor são confundidas com organismos marinhos, como o plástico, e ingeridas por cetáceos e peixes, afetando-lhes o sistema digestivo.
Quimicamente, o isopor consiste de dois elementos, o carbono e o hidrogênio. O isopor não contem qualquer produto tóxico ou perigoso para o ambiente e camada de ozônio (está isento de CFCs). O gás contido nas células é o ar.
Por se tratar de um plástico e de ser muito leve, o processo de fabricação consome pouca energia e provoca pouquíssimos resíduos sólidos ou líquidos. O gás expansor incorporado na matéria prima (o poliestireno expansível) é o pentano.
O isopor pode ser considerado um produto ecológico, já que não contamina o solo, a água e o ar e é 100% reciclável e reaproveitável.
A utilização do isopor como isolamento térmico permite poupar energia que, durante a vida útil do edifício, pode chegar a ser centenas de vezes superior à energia consumida durante o seu fabricação. Esta economia de energia significa que, para além preservar os recursos energéticos, o uso de isopor reduz a emissão dos gases poluentes e dos gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera.
Redação Ambiente Brasil
sábado, 20 de novembro de 2010
Aprenda como fazer uma técnica simples de compostagem
Fonte: CICLOVIVO
Separar o lixo que é encaminhado para a coleta seletiva é um ótimo início, mas não é a única coisa que podemos fazer para diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários. A maior parte do lixo orgânico produzido em uma residência por ser reaproveitada de maneira simples e bastante útil.
As cascas e talos de alimentos, folhas, flores, pó de café, saquinhos de chá e até a casca de ovo, podem ser destinados à compostagem. Apesar de o nome passar a ideia de que seja um trabalho difícil, fazer o reaproveitamento desses alimentos é bem simples e não necessita de muito espaço. A dica é viável até mesmo para quem mora em apartamento.
Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou como passo a passo o processo de compostagem.
A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.
O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de microorganismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.
A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas.

Separar o lixo que é encaminhado para a coleta seletiva é um ótimo início, mas não é a única coisa que podemos fazer para diminuir a quantidade de resíduos destinados aos aterros sanitários. A maior parte do lixo orgânico produzido em uma residência por ser reaproveitada de maneira simples e bastante útil.
As cascas e talos de alimentos, folhas, flores, pó de café, saquinhos de chá e até a casca de ovo, podem ser destinados à compostagem. Apesar de o nome passar a ideia de que seja um trabalho difícil, fazer o reaproveitamento desses alimentos é bem simples e não necessita de muito espaço. A dica é viável até mesmo para quem mora em apartamento.
Em entrevista concedida ao jornal O Estado de S. Paulo, a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Érica Sepúlveda, explicou como passo a passo o processo de compostagem.
A primeira coisa a ser feita é a separação do lixo orgânico, eles correspondem a cerca de 60% dos resíduos produzidos em uma casa. Após ser separado, o ideal é que todo o material orgânico seja picado, para acelerar o processo de decomposição.
Para que seja feita a compostagem é preciso uma caixa plástica com tampa. Érica explica que o ideal é que a caixa tenha de 30 a 40 cm e devem ser feitos furinhos no fundo da caixa. Assim haverá troca de oxigênio e o líquido não ficará acumulado no recipiente.
O preparo da caixa deve ser feito em camadas alternadas, primeiro a de terra e depois o material orgânico. O húmus também é uma ótima alternativa como fonte de microorganismos e pode ser a terceira camada a ser depositada da caixa de decomposição. Minhocas também são ótimas alternativas para serem colocadas na terra.
A dica para evitar o mau cheiro é utilizar a borra do café, que também serve para espantar formigas e outros insetos. Após serem feitas as diversas camadas, a caixa deve ser fechada e é preciso revirar o composto a cada três dias. Se forem usadas minhocas essa etapa não é necessária.
Então é só esperar e em três meses a terra estará adubada e pronta para servir de vitamina para outras plantas.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
‘Rumo à Credibilidade 2010’
Notícias / Sustentabilidade - AKATU
Projeto ‘Rumo à Credibilidade 2010’ elege os melhores relatórios de sustentabilidade do Brasil
___________________________________________________________
Acaba de ser lançado o relatório Rumo à Credibilidade 2010, que coloca em evidência os melhores relatórios empresariais de sustentabilidade do país lançados no período entre 2009 e julho de 2010. Publicado pela Global Reporters, esta segunda edição do projeto contou com Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, no conselho consultivo. A primeira edição do relatório é de 2008. Mattar foi um dos responsáveis por supervisionar grande parte do processo de pesquisa do documento. “Verificações externas contribuem para aumentar a credibilidade dos relatórios e consequentemente, a confiança do público interessado”, diz Mattar.
Os outros avaliadores de Rumo à Credibilidade 2010 foram Celso Funcia Lemme, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cristina Montenegro, representante do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) no Brasil, Gláucia Térreo, representante da Global Reporting Initiative (GRI) no Brasil, e Pedro Mäder Meloni, principal advisor do International Finance Corporation (IFC) na América Latina e Caribe.
A empresa que obteve a primeira colocação entre os dez melhores relatórios do Brasil foi a Natura, preenchendo 65% dos requisitos para se alcançar a excelência em credibilidade exigida pela Global Reporters. Atrás da empresa de cosméticos aparecem Sabesp (51%), Celulose Irani (50%), EDP (49%), Vale (46%), Coelce (45%), Itaú (44%), Ampla (43%), Even (42%) e Light (42%).
As corporações foram avaliadas em 29 quesitos, divididos em quatro dimensões: governança e estratégia; gestão; apresentação do desempenho; e acessibilidade.
Apenas 16 relatórios dos 137 documentos recebidos foram submetidos aos quesitos da Global Reporters. Os documentos descartados não corresponderam a um dos diversos critérios da pré-seleção, como declaração da alta administração e avaliação de desempenho em desenvolvimento sustentável.
Projeto ‘Rumo à Credibilidade 2010’ elege os melhores relatórios de sustentabilidade do Brasil
___________________________________________________________
Acaba de ser lançado o relatório Rumo à Credibilidade 2010, que coloca em evidência os melhores relatórios empresariais de sustentabilidade do país lançados no período entre 2009 e julho de 2010. Publicado pela Global Reporters, esta segunda edição do projeto contou com Hélio Mattar, diretor-presidente do Instituto Akatu, no conselho consultivo. A primeira edição do relatório é de 2008. Mattar foi um dos responsáveis por supervisionar grande parte do processo de pesquisa do documento. “Verificações externas contribuem para aumentar a credibilidade dos relatórios e consequentemente, a confiança do público interessado”, diz Mattar.
Os outros avaliadores de Rumo à Credibilidade 2010 foram Celso Funcia Lemme, professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Cristina Montenegro, representante do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) no Brasil, Gláucia Térreo, representante da Global Reporting Initiative (GRI) no Brasil, e Pedro Mäder Meloni, principal advisor do International Finance Corporation (IFC) na América Latina e Caribe.
A empresa que obteve a primeira colocação entre os dez melhores relatórios do Brasil foi a Natura, preenchendo 65% dos requisitos para se alcançar a excelência em credibilidade exigida pela Global Reporters. Atrás da empresa de cosméticos aparecem Sabesp (51%), Celulose Irani (50%), EDP (49%), Vale (46%), Coelce (45%), Itaú (44%), Ampla (43%), Even (42%) e Light (42%).
As corporações foram avaliadas em 29 quesitos, divididos em quatro dimensões: governança e estratégia; gestão; apresentação do desempenho; e acessibilidade.
Apenas 16 relatórios dos 137 documentos recebidos foram submetidos aos quesitos da Global Reporters. Os documentos descartados não corresponderam a um dos diversos critérios da pré-seleção, como declaração da alta administração e avaliação de desempenho em desenvolvimento sustentável.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Técnica que transforma microalgas em biodiesel recebe prêmio nacional
Fonte: CicloVivo
Desenvolver uma técnica orgânica capaz de extrair óleo de microalgas e transformá-lo em biodiesel rendeu ao engenheiro Aderlânio da Silva Cardos, da Universidade Federal do Tocantins, o 3º lugar no prêmio Jovem Cientista.
A técnica tem dupla função, reaproveitar um tipo de resíduo que seria descartado e produzir combustível. A invenção foi criada quando Cardoso ainda estava na graduação e conseguiu produzir, com sucesso, biodiesel a partir de algas usadas no tratamento de esgoto da cidade de Palmas, no Tocantins.
As algas reaproveitadas pelo estudante seriam descartadas em um córrego da região e, ao invés disso, renderam sete mil reais ao jovem cientista. As microalgas produzem moléculas de gordura e têm óleo em 16% de sua composição. A novidade trazida por Cardoso, no entanto, não está no estudo sobre a alga, mas sim na maneira que ele desenvolveu de transformá-las em biodiesel.
Após serem coletadas, as algas foram misturadas a diferentes solventes orgânicos, responsáveis pela separação do óleo. A água que sobra do processo é evaporada e o que resta é transformado em biodiesel. A tecnologia é muito mais simples e ecológica do que as tradicionais, que precisam cultivar as algas e ainda necessitam de outros equipamentos, como centrífugas, tanques e reatores.
A alternativa oferecida por Cardoso é mais barata e capaz de suspender o uso do óleo vegetal, que é a atual fonte do biodiesel. O inventor explica também, que a tecnologia envolvendo as algas pode ser usada para produzir etanol, biogás e hidrogênio. Após receber o prêmio Jovem Cientista ele espera conseguir patrocínios para que a sua ideia ganhe espaço no mercado.
Desenvolver uma técnica orgânica capaz de extrair óleo de microalgas e transformá-lo em biodiesel rendeu ao engenheiro Aderlânio da Silva Cardos, da Universidade Federal do Tocantins, o 3º lugar no prêmio Jovem Cientista.
A técnica tem dupla função, reaproveitar um tipo de resíduo que seria descartado e produzir combustível. A invenção foi criada quando Cardoso ainda estava na graduação e conseguiu produzir, com sucesso, biodiesel a partir de algas usadas no tratamento de esgoto da cidade de Palmas, no Tocantins.
As algas reaproveitadas pelo estudante seriam descartadas em um córrego da região e, ao invés disso, renderam sete mil reais ao jovem cientista. As microalgas produzem moléculas de gordura e têm óleo em 16% de sua composição. A novidade trazida por Cardoso, no entanto, não está no estudo sobre a alga, mas sim na maneira que ele desenvolveu de transformá-las em biodiesel.
Após serem coletadas, as algas foram misturadas a diferentes solventes orgânicos, responsáveis pela separação do óleo. A água que sobra do processo é evaporada e o que resta é transformado em biodiesel. A tecnologia é muito mais simples e ecológica do que as tradicionais, que precisam cultivar as algas e ainda necessitam de outros equipamentos, como centrífugas, tanques e reatores.
A alternativa oferecida por Cardoso é mais barata e capaz de suspender o uso do óleo vegetal, que é a atual fonte do biodiesel. O inventor explica também, que a tecnologia envolvendo as algas pode ser usada para produzir etanol, biogás e hidrogênio. Após receber o prêmio Jovem Cientista ele espera conseguir patrocínios para que a sua ideia ganhe espaço no mercado.
domingo, 7 de novembro de 2010
A Milagrosa Jornada da Sacola Plástica
Fonte: CicloVivo
Tradução livre
Hoje vamos explorar o ciclo de vida dessa criatura curiosa - A Sacola Plástica - e a sua viagem ao seu habitat, o oceano Pacífico.
Uma vez solta no mundo selvagem, a sacola plástica não sabe qual será seu destino.
Ela se arrasta no inicio, mas em breve, com a ajuda do vento, a sacola será liberada para uma longa jornada até seu destino final – O grande trecho de lixo do Pacífico.
Utilizando o vento como guia, a sacola plástica se movimenta pela cidade e pelo ar.
Um parque da cidade.Este parque pode parecer um lugar seguro para a sacola plástica, mas o perigo mora ao lado. Aqui a sacola encontrará muitos perigos, incluindo um dos mais perigosos: Os garis.
Coitadinho. Parece que sua jornada acaba por aqui.
Enquanto isso, nossa pequena sacolinha encontra um dos animais mais perigosos da natureza, o Yorkshire.
Uma vez que o York morde sua vitima, será difícil sobreviver. Mas, usando seu tamanho superior, nossa sacolinha plástica escapa das garras do Yorkshire e voa pela sua vida.
No caminho de sua milagrosa viagem a sacola correrá vastas distancias por bairros, parques e cidades.
Chega a noite. Nossas câmeras noturnas captam pela primeira vez na história a sacola plástica na escuridão. Fenomenal.
Os vastos rios canalizados da Califórnia, casa para dezenas de animais, literalmente. Muitas sacolas plásticas não conseguirão escapar. Os galhos das árvores não permitirão.
Tanto na água como no ar, a capacidade natural de flutuação da sacola a torna uma excelente nadadora. Agora está perto, ela pode sentir. Enfim, a sacola passa pelos portões do mar aberto. Muito cuidado para escapar das centenas de animais que se alimentam de sacolas.
A sacola viajará centenas de milhas para se juntar a comunidade do plástico, conhecida como: O grande trecho de lixo do Pacífico. O trecho de lixo é um oásis para o plástico. Milhões de toneladas de lixo plástico ficam encurralados ali, pela correnteza.
Seu tamanho é duas vezes maior que o estado do Texas. Quase nunca biodegradável, o plástico pode viver indefinidamente e pacificamente, convivendo com outras milhões de espécies derivadas do petróleo, até se quebrarem em pequenas partículas de plástico, assim, completando o seu ciclo de vida.
Sacolas plásticas não fazem parte do Pacífico.
Ajude a parar nosso consumo de 19 bilhões de sacolas plásticas por ano na Califórnia.
Tradução livre
Hoje vamos explorar o ciclo de vida dessa criatura curiosa - A Sacola Plástica - e a sua viagem ao seu habitat, o oceano Pacífico.
Uma vez solta no mundo selvagem, a sacola plástica não sabe qual será seu destino.
Ela se arrasta no inicio, mas em breve, com a ajuda do vento, a sacola será liberada para uma longa jornada até seu destino final – O grande trecho de lixo do Pacífico.
Utilizando o vento como guia, a sacola plástica se movimenta pela cidade e pelo ar.
Um parque da cidade.Este parque pode parecer um lugar seguro para a sacola plástica, mas o perigo mora ao lado. Aqui a sacola encontrará muitos perigos, incluindo um dos mais perigosos: Os garis.
Coitadinho. Parece que sua jornada acaba por aqui.
Enquanto isso, nossa pequena sacolinha encontra um dos animais mais perigosos da natureza, o Yorkshire.
Uma vez que o York morde sua vitima, será difícil sobreviver. Mas, usando seu tamanho superior, nossa sacolinha plástica escapa das garras do Yorkshire e voa pela sua vida.
No caminho de sua milagrosa viagem a sacola correrá vastas distancias por bairros, parques e cidades.
Chega a noite. Nossas câmeras noturnas captam pela primeira vez na história a sacola plástica na escuridão. Fenomenal.
Os vastos rios canalizados da Califórnia, casa para dezenas de animais, literalmente. Muitas sacolas plásticas não conseguirão escapar. Os galhos das árvores não permitirão.
Tanto na água como no ar, a capacidade natural de flutuação da sacola a torna uma excelente nadadora. Agora está perto, ela pode sentir. Enfim, a sacola passa pelos portões do mar aberto. Muito cuidado para escapar das centenas de animais que se alimentam de sacolas.
A sacola viajará centenas de milhas para se juntar a comunidade do plástico, conhecida como: O grande trecho de lixo do Pacífico. O trecho de lixo é um oásis para o plástico. Milhões de toneladas de lixo plástico ficam encurralados ali, pela correnteza.
Seu tamanho é duas vezes maior que o estado do Texas. Quase nunca biodegradável, o plástico pode viver indefinidamente e pacificamente, convivendo com outras milhões de espécies derivadas do petróleo, até se quebrarem em pequenas partículas de plástico, assim, completando o seu ciclo de vida.
Sacolas plásticas não fazem parte do Pacífico.
Ajude a parar nosso consumo de 19 bilhões de sacolas plásticas por ano na Califórnia.
Produtos e Serviços Ecologicamente Corretos

Grande parte das tintas vendidas nos mercados apresentam em sua composição os chamados compostos orgânicos voláteis (VOCs) e metais pesados que prejudicam a saúde e o meio ambiente. As tintas convencionais são, geralmente, a parte mais poluente da construção. Pensando nisso e na procura por empreendimentos sustentáveis, a indústria de tintas começou a investir em produtos considerados “amigos do meio ambiente”.
Existem diversas opções de tintas menos agressivas, como as sem cheiro ou as fabricadas com utilização de garrafas PET para a produção de resina, que por sua vez é usada em tintas e vernizes.
A Suvinil recolheu cerca de 20 mil toneladas de garrafas PET, que haviam sido descartadas, para produção de esmalte. Segundo eles, para fabricar 3,6 litros de esmalte ou verniz são necessárias cinco garrafas. Foram desenvolvidas também tintas destinadas a áreas externas, contra microfissuras, mofo e maresia, de acordo com Francisco Verza, diretor de tintas da Basf, um terço das tintas produzidas é destinado a estas áreas e 40% das construções sofrem com estes tipos de danos.
Ainda assim, existem alternativas mais sustentáveis também disponíveis no mercado, como o caso da tinta de caseína, que é uma mistura de pigmentos com a proteína do leite; tintas feitas com cal e pigmentos naturais e tintas naturais ou orgânicas que utiliza como matéria-prima extratos vegetais e minerais misturados com óleos e resinas naturais. Este tipo de tinta pode ser feita com a utilização de cascas de frutas e verduras. Outras tintas disponíveis são as livre de COVs que, apesar de serem mais caras que as convencionais, são quase idênticas a elas em sua função.
Algumas tintas levam terra em sua composição. Este material tem a função de deixar a parede respirar, garantindo assim o controle da umidade relativa do ar e impede o desbotamento. Outras usam materiais minerais, devem ser diluídas em água antes do uso e não contêm substâncias tóxicas.
Por serem naturais, esses produtos não possuem conservantes. Isso faz com que a data de validade seja menor e, não tendo produtos químicos em sua composição, demoram mais tempo para secar depois da aplicação. O ponto positivo é que elas podem ser descartadas com o lixo comum, sem causar contaminação. Já as tintas à base de solventes devem ser encaminhadas para serviços especiais de coleta de produtos químicos.
Fonte: CicloVivo
Assinar:
Postagens (Atom)