por Fernanda Dalla Costa
REVISTA SUSTENTABILIDADE
A empresa Algae Biotecnologia anunciou que pretende lançar comercialmente no Brasil, dentro de 5 anos, um biocombustível a base microalgas, destinado ao mercado da aviação. O projeto piloto está sendo preparado para ter início em 2013.
O anúncio foi feito no 1° Seminário Microalgas, que aconteceu recentemente em São Paulo, realizado pela própria Algae Biotecnologia, empresa que cultiva microalgas no Brasil. A Algae integra o Grupo Ecogeo, que inclui empresas de remediação ambiental, mercado de carbono e energias renováveis.
Ainda não existe um indústria de biocombustíveis a base de microalgas no Brasil e a Algae está reunindo conhecimentos e tecnologias para iniciar um projeto piloto dentro de três anos.
Segundo o engenheiro agrônomo Sérgio Goldemberg, gerente técnico da empresa, a expectativa é que o biocombustível esteja pronto para entrar no mercado em cinco anos.
As microalgas são microorganismos cultivados inicialmente em reatores onde são alimentadas por nutrientes e CO2 para que sua população dobre a cada dois dias. O resultado é uma grande quantidade de biomassa rica em óleo que pode ser extraído e transformado em biodiesel e bioquerosene para aviação.
Além de serem matéria-prima para a fabricação de biocombustíveis, esses microorganismos pode contribuir para a mitigação do efeito estufa, já que assimilam o CO2 da atmosfera por meio da fotossíntese e seu cultivo pode aproveitar os subprodutos de atividades agrícolas como substrato.
Atualmente, seis pessoas trabalham nos laboratórios da empresa, e em breve mais seis realizarão pesquisas no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de São Carlos (CCA- UFSCar), buscando maneiras de integrar o cultivo de microalgas com usinas de açúcar e álcool.
“O cultivo de microalgas pode ser integrado a usinas de açúcar e álcool, com a utilização de subprodutos da produção do etanol, como a vinhaça. Esta integração permite a economia de insumos fósseis para a produção de biodiesel de microalgas”, destaca Reinaldo Bastos, professor do Centro de Ciências Agrárias, da Universidade Federal de São Carlos.
A biomassa bruta originada nos cultivos de microalgas pode ser utilizada como substrato para biodigestores gerando biogás e biofertilizantes ou na alimentação animal, já que o material contém proteínas, explicou Sérgio Goldemberg, gerente técnico da Algae Biotecnologia.
Esses microorganismos também podem ser usados no tratamento de águas residuais de processos industriais, como a desintoxicação biológica e remoção de metais pesados.
“O cultivo de microalgas integrado às Estações de Tratamento de Efluentes ajuda na despoluição”, afirmou o pesquisador Paulo Vagner dos Santos, da Universidade de São Paulo (USP).
A Algae Biotecnologia nasceu em 2007 e participou do Programa New Ventures, do World Resources Institute em conjunto com a Fundação Getúlio Vargas, que possibilitou a sua fusão ao Grupo EcoGeo.
Com a fusão, que aconteceu em 2009, a Algae Biotecnologia registrou um investimento de R$6 milhões, sendo que desse montante 20% foram recursos da própria empresa, 40% do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e os outros 40% da Agência Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
1° Seminário Microalgas
O 1° Seminário Microalgas teve como propósito reunir pesquisadores e divulgar as possibilidades tecnológicas e econômicas do uso dessa matéria-prima como a produção de biocombustíveis, as possibilidades tratamento de efluentes e a retirada carbono da atmosfera.
Durante o encontro, que reuniu pesquisadores de universidades brasileiras e estrangeiras, Maria Ghirardi, professora da Colorado School of Mines falou sobre os avanços obtidos no Laboratório Nacional de Energias Renováveis (NREL, sigla em inglês), instituição norte-americana considerada uma das pioneiras em pesquisas com microalgas para produção de biocombustíveis.
A busca por energia alternativa têm sido uma constante em muitos países e segundo a professora, nos EUA as pesquisas com microalgas têm como objetivo a produção de hidrogênio.
“O gás hidrogênio oferece grandes vantagens por ser renovável, ter uma combustão limpa, já que seu único resíduos é a água e principalmente porque sua produção não concorre com a agricultura”, disse a professora.
Nota do editor: Essa matéria foi atualizada com informações sobre a Algae Biotecnologia e suas pesquisas.
domingo, 19 de setembro de 2010
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Impactos da Construção
Fonte: CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável
Com a participação de cerca de 15% do PIB, o setor possui impacto ambiental e social compatíveis com seu tamanho.
Os impactos ambientais são importantes e variados:
A construção e a manutenção da infra-estrutura do país consomem até 75% dos recursos naturais extraídos, sendo a cadeia produtiva do setor a maior consumidora destes recursos da economia.
A quantidade de resíduos de construção e demolição é estimada em torno de 450 kg/hab.ano ou cerca de 80 milhões de toneladas por ano, impactando o ambiente urbano e as finanças municipais. A este total devem ser somados os outros resíduos industriais formados pela da cadeia.
Os canteiros de obras são geradoras de poeira e ruído e causam erosões que prejudicam os sistemas de drenagem.
A construção causa a diminuição da permeabilidade do solo, mudando o regime de drenagem, causando enchentes e reduzindo as reservas de água subterrânea.
A utilização de madeira extraída ilegalmente, além de comprometer a sustentabilidade das florestas representa séria ameaça ao equilíbrio ecossistêmico.
A cadeia produtiva da construção contribui para a poluição, inclusive na liberação de gases do efeito estufa, como CO2 durante a queima de combustíveis fósseis e a descarbonatação de calcário e de compostos orgânicos voláteis, que afetam também os usuários dos edifícios.
A preocupação com a contaminação ambiental pela lixiviação de biocidas e metais pesados de alguns materiais vem crescendo.
A operação de edifícios no Brasil é responsável por cerca de 18% do consumo total de energia do país e por cerca de 50% do consumo de energia elétrica.
Os edifícios brasileiros gastam 21% da água consumida no país, sendo boa parte desperdiçada.
Veja mais
Com a participação de cerca de 15% do PIB, o setor possui impacto ambiental e social compatíveis com seu tamanho.
Os impactos ambientais são importantes e variados:
A construção e a manutenção da infra-estrutura do país consomem até 75% dos recursos naturais extraídos, sendo a cadeia produtiva do setor a maior consumidora destes recursos da economia.
A quantidade de resíduos de construção e demolição é estimada em torno de 450 kg/hab.ano ou cerca de 80 milhões de toneladas por ano, impactando o ambiente urbano e as finanças municipais. A este total devem ser somados os outros resíduos industriais formados pela da cadeia.
Os canteiros de obras são geradoras de poeira e ruído e causam erosões que prejudicam os sistemas de drenagem.
A construção causa a diminuição da permeabilidade do solo, mudando o regime de drenagem, causando enchentes e reduzindo as reservas de água subterrânea.
A utilização de madeira extraída ilegalmente, além de comprometer a sustentabilidade das florestas representa séria ameaça ao equilíbrio ecossistêmico.
A cadeia produtiva da construção contribui para a poluição, inclusive na liberação de gases do efeito estufa, como CO2 durante a queima de combustíveis fósseis e a descarbonatação de calcário e de compostos orgânicos voláteis, que afetam também os usuários dos edifícios.
A preocupação com a contaminação ambiental pela lixiviação de biocidas e metais pesados de alguns materiais vem crescendo.
A operação de edifícios no Brasil é responsável por cerca de 18% do consumo total de energia do país e por cerca de 50% do consumo de energia elétrica.
Os edifícios brasileiros gastam 21% da água consumida no país, sendo boa parte desperdiçada.
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Por quê sustentabilidade na Construção
Fonte: CBCS - Conselho Brasileiro de Construção Sustentável
As atuais práticas de produção adotadas pelas empresas da construção civil necessitam de ajustes imediatos para que o setor possa contribuir adequadamente para o desenvolvimento sustentável do país. São comuns, ainda, processos artesanais nas frentes de trabalho, uso de matérias-primas sem manejo sustentável e a aplicação de produtos industrializados desconsiderando os aspectos de conservação de água, energia e a necessária redução de resíduos e desperdícios.
A pressão social por uma melhor qualidade de vida das populações nas cidades e no campo e a grande apreensão internacional em relação aos impactos ambientais decorrentes das atividades humanas, estimulam os agentes setoriais a repensarem seus procedimentos e a buscarem alternativas que propiciem a continuidade de suas atividades em um ambiente de desenvolvimento sustentável e de preservação do ambiente natural e sua biodiversidade.
É nesse contexto que algumas das mais importantes lideranças da construção brasileira unem-se para a criação deste Conselho Brasileiro da Construção Sustentável - o CBCS, com a decisão de integrar, definitivamente, a construção brasileira nos preceitos de responsabilidade social, proteção ambiental e desenvolvimento econômico sustentável.
O CBCS tem por objetivo promover a melhoria dos padrões de produção e a difusão dos conceitos de sustentabilidade entre os agentes setoriais, de modo a viabilizar a redução de impactos ambientais e sociais decorrentes das suas atividades. O CBCS pretende reunir referências técnicas, compilar tecnologias e estimular a colaboração permanente entre universidades, institutos de pesquisa, formadores de opinião, empresas,entidades empresariais e da sociedade civil, em ações de âmbito nacional e internacional.
As atuais práticas de produção adotadas pelas empresas da construção civil necessitam de ajustes imediatos para que o setor possa contribuir adequadamente para o desenvolvimento sustentável do país. São comuns, ainda, processos artesanais nas frentes de trabalho, uso de matérias-primas sem manejo sustentável e a aplicação de produtos industrializados desconsiderando os aspectos de conservação de água, energia e a necessária redução de resíduos e desperdícios.
A pressão social por uma melhor qualidade de vida das populações nas cidades e no campo e a grande apreensão internacional em relação aos impactos ambientais decorrentes das atividades humanas, estimulam os agentes setoriais a repensarem seus procedimentos e a buscarem alternativas que propiciem a continuidade de suas atividades em um ambiente de desenvolvimento sustentável e de preservação do ambiente natural e sua biodiversidade.
É nesse contexto que algumas das mais importantes lideranças da construção brasileira unem-se para a criação deste Conselho Brasileiro da Construção Sustentável - o CBCS, com a decisão de integrar, definitivamente, a construção brasileira nos preceitos de responsabilidade social, proteção ambiental e desenvolvimento econômico sustentável.
O CBCS tem por objetivo promover a melhoria dos padrões de produção e a difusão dos conceitos de sustentabilidade entre os agentes setoriais, de modo a viabilizar a redução de impactos ambientais e sociais decorrentes das suas atividades. O CBCS pretende reunir referências técnicas, compilar tecnologias e estimular a colaboração permanente entre universidades, institutos de pesquisa, formadores de opinião, empresas,entidades empresariais e da sociedade civil, em ações de âmbito nacional e internacional.
domingo, 12 de setembro de 2010
Cidades Inovadoras
Fonte: Site CIDADES INOVADORAS
Desde 2004, o Sistema FIEP debate formas de estimular o desenvolvimento econômico e social do Estado para dar sustentação ao avanço do setor industrial, pois o crescimento da indústria de maneira inovadora e sustentável está intimamente associado à evolução do ambiente onde está inserida. Todo o esforço gerou diversos projetos e ações que, em 2010, foram condensados no Programa Cidades Inovadoras: uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, com know how do Centro Internacional para Formação de Atores Locais (CIFAL) e do Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD).
O objetivo é estimular a transformação de ambientes urbanos em espaços propícios à inovação, à criatividade e à criação de empresas e negócios sustentáveis por meio de um conjunto de ações e soluções.
Participe. Faça parte do debate sobre o futuro de sua cidade e passe essa ideia pra frente. O resultado será um Brasil mais justo, próspero e com melhores índices de desenvolvimento.
Desde 2004, o Sistema FIEP debate formas de estimular o desenvolvimento econômico e social do Estado para dar sustentação ao avanço do setor industrial, pois o crescimento da indústria de maneira inovadora e sustentável está intimamente associado à evolução do ambiente onde está inserida. Todo o esforço gerou diversos projetos e ações que, em 2010, foram condensados no Programa Cidades Inovadoras: uma iniciativa do Sistema Federação das Indústrias do Estado do Paraná, com know how do Centro Internacional para Formação de Atores Locais (CIFAL) e do Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD).
O objetivo é estimular a transformação de ambientes urbanos em espaços propícios à inovação, à criatividade e à criação de empresas e negócios sustentáveis por meio de um conjunto de ações e soluções.
Participe. Faça parte do debate sobre o futuro de sua cidade e passe essa ideia pra frente. O resultado será um Brasil mais justo, próspero e com melhores índices de desenvolvimento.
Estradas Mais Verdes
Rod. dos Bandeirantes é refeita com asfalto ecológico
A concessionária responsável pelas obras apresentou hoje, dia 10 de setembro, o primeiro trecho da Rodovia dos Bandeirantes que foi reconstruído com pavimento reciclado e asfalto-borracha. Até 2011, a empresa pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km da rodovia

Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 10/09/2010
Em 2010, a Rodovia dos Bandeirantes foi eleita a melhor do país, pela quinta vez consecutiva, pelo Guia Quatro Rodas, da Editora Abril, e, hoje, dia 10 de setembro, a Rodovia ganhou mais um título para comemorar: o de uma das mais ecológicas do Brasil.
Isso porque a concessionária CCR Autoban, que administra o sistema paulista Anhanguera-Bandeirantes desde 1998, inaugurou hoje o primeiro trecho da rodovia recuperado de forma ecológica: uma das camadas estruturais da pista foi reconstruída com pavimento reciclado e o revestimento da superfície foi feito com asfalto-borracha, produzido a partir de pneus velhos.
Parte do processo de reciclagem do pavimento usado para reconstruir o trecho – localizado entre os km 85 e 78, da pista sentido capital – ainda foi feito no próprio canteiro de obras da rodovia, em uma “usina móvel”, diminuindo as emissões por transporte. O asfalto velho foi retirado da pista, triturado e enriquecido com cimento e pó de pedra no próprio local e ,depois, reaplicado.
De acordo com a CCR Autoban, a operação reciclou 450 mil pneus – que levam cerca de 600 anos para se decompor – e o equivalente a 36 piscinas olímpicas cheias de asfalto velho, reduzindo a quantidade de resíduos produzidos nas obras de recuperação da Rodovia. Ainda segundo a concessionária, o novo asfalto não traz, apenas, benefícios ambientais para a cidade: o pavimento ecológico gera menos ruídos e maior aderência dos pneus, além de ser mais durável, o que proporciona mais segurança e conforto aos motoristas que transitam pela rodovia.
Até 2011, a CCR Autoban pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km de pistas da Rodovia dos Bandeirantes, a partir do investimento de R$ 82 milhões.
A concessionária responsável pelas obras apresentou hoje, dia 10 de setembro, o primeiro trecho da Rodovia dos Bandeirantes que foi reconstruído com pavimento reciclado e asfalto-borracha. Até 2011, a empresa pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km da rodovia

Mônica Nunes/Débora Spitzcovsky
Planeta Sustentável - 10/09/2010
Em 2010, a Rodovia dos Bandeirantes foi eleita a melhor do país, pela quinta vez consecutiva, pelo Guia Quatro Rodas, da Editora Abril, e, hoje, dia 10 de setembro, a Rodovia ganhou mais um título para comemorar: o de uma das mais ecológicas do Brasil.
Isso porque a concessionária CCR Autoban, que administra o sistema paulista Anhanguera-Bandeirantes desde 1998, inaugurou hoje o primeiro trecho da rodovia recuperado de forma ecológica: uma das camadas estruturais da pista foi reconstruída com pavimento reciclado e o revestimento da superfície foi feito com asfalto-borracha, produzido a partir de pneus velhos.
Parte do processo de reciclagem do pavimento usado para reconstruir o trecho – localizado entre os km 85 e 78, da pista sentido capital – ainda foi feito no próprio canteiro de obras da rodovia, em uma “usina móvel”, diminuindo as emissões por transporte. O asfalto velho foi retirado da pista, triturado e enriquecido com cimento e pó de pedra no próprio local e ,depois, reaplicado.
De acordo com a CCR Autoban, a operação reciclou 450 mil pneus – que levam cerca de 600 anos para se decompor – e o equivalente a 36 piscinas olímpicas cheias de asfalto velho, reduzindo a quantidade de resíduos produzidos nas obras de recuperação da Rodovia. Ainda segundo a concessionária, o novo asfalto não traz, apenas, benefícios ambientais para a cidade: o pavimento ecológico gera menos ruídos e maior aderência dos pneus, além de ser mais durável, o que proporciona mais segurança e conforto aos motoristas que transitam pela rodovia.
Até 2011, a CCR Autoban pretende recuperar, de forma ecológica, 600 km de pistas da Rodovia dos Bandeirantes, a partir do investimento de R$ 82 milhões.
Estação Resgate

Mineração Sustentável
Reciclagem de Resíduos da Construção Civil
O grande impacto ambiental causado pela extração de matérias primas, bem como a falta de locais licenciados e adequados para a recepção do grande volume de resíduos gerados pelo setor da construção e demolição e dos demais setores, nos levou a criar a ESTAÇÃO RESGATE, unidade recicladora de RCD-Resíduos da Construção e Demolição, onde não só seria possível a construtora encaminhar seus resíduos em menor quantidade, para ser triado e combinado com resíduos semelhantes de outras construtoras, somando um volume que torne o transporte, a logística e a destinação mais baratos, como também seria possível agregar valor a melhorar alguns resíduos recebidos ( por meio de triagem e alterações físicas), para vendê-los ao mercado da construção. Com a Mineração Sustentável, os resíduos da construção e demolição (RCD) ganham utilidade e ainda geram benefícios socioambientais.
Site: www.estacaoresgate.com.br
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Educando Cantando

Foto: Marco e Rogério Gobbo - Apresentação no municipio de Sorocaba/SP Parceria Empresa Veolia
Espetáculo contemporâneo, onde o tema central é Meio Ambiente e agrega artes integradas (música, teatro de mãos, fantoches e sessão de cinema) em uma apresentação interativa e participativa, sendo que durante 60 minutos, as crianças não só assistem, mas interferem com suas opiniões, participando ativamente das improvisações sugeridas pelos músicos, que conduzem um espetáculo envolvente, cultural e extremamente educativo.
Esse trabalho inédito e inovador auxilia na construção da cidadania e na preservação do meio ambiente, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da presente e das futuras gerações!
A trajetória iniciou-se no ano de 2003, após uma apresentação na cidade de Campos do Jordão - SP, no auditório Cláudio Santoro, onde em um encontro entre grupos de 3º Idade e do Projeto Guri, os irmãos Marco e Rogério Gobbo apresentaram um show musical interativo, que reuniu músicas de compositores consagrados e composições inéditas da dupla.
Devido à ótima aceitação do público participante, os compositores foram incentivados a realizarem um trabalho direcionado ao meio ambiente, nascia então o Educando Cantando, que até então, era um CD contendo músicas que abordam temas socioambientais!
Este CD foi produzido em parceria com a Fundação Cultural Cassiano Ricardo no município de São José dos Campos-SP alcançando o número de 10.000 cópias reproduzidas em parcerias e distribuídas gratuitamente a educadores do Vale do Paraíba (Cone Leste Paulista).
Foram iniciados, após as parcerias, dois projetos pilotos para desenvolvimento de atividades práticas, sendo que o primeiro realizado no Bairro rural do Ribeirão Grande em Pindamonhangaba-SP com a escolinha de futebol, deu origem a um caderno de atividades que é utilizado em oficinas pedagógicas com professores da educação Infantil e do ensino Fundamental.
O segundo Projeto Piloto foi realizado no Programa Escola da Família no município de Caçapava-SP onde foi desenvolvida uma apresentação direcionada ao meio ambiente e tem como instrumento didático artes integradas como a música, teatro de mãos, fantoches e sessão de cinema interativa.
Participou nos anos de 2007, 2008 e 2009 do Festival de Vídeo Amador da ABES (Associação Brasileira de Engenharia Sanitária Ambiental), sendo premiado nos dois anos, com vídeos apreentados sobre o tema resíduo sólidos.
Após as premiações recebidas por meio de uma produção independente, confeccionou o primeiro DVD contendo video-clipes didáticos que foram utilizados em oficinas pedagógicas juntamente com o CD e o caderno de atividades!
No início do ano de 2008 realizou sua primeira parceria com atividades práticas no Programa Semente do Amanhã da cidade de Guaratinguetá SP, onde foram beneficiados 400 educadores do ensino fundamental e mais de 6.000 alunos da rede municipal.
Após essa intensa e importante parceria as apresentações passaram pelas cidades paulistas da Serra da Mantiqueira Campos do Jordão, São Bento do Sapucaí e Santo Antonio do Pinhal, em parceria com o Comitê das Bacias Hidrográficas da Serra da Mantiqueira. Em Pindamonhangaba SP a parceria se firmou com a Secretaria de Educação, assim como nas cidades de Lagoinha, São Luiz do Paraitinga e Natividade da Serra, região próxima ao Parque Estadual da Serra do Mar.
Apresentou atividades e palestras nas cidades de Santos na UNISANTA, no Encontro Estadual do Comitê de Bacias Hidrográficas em Avaré-SP no Hotel Berro d água; na FATEA de Lorena - SP e ainda na cidade de Sorocaba-SP na semana do meio ambiente em parceria com a Empresa VEOLIA Sistemas Ambientais.
Atualmente, o Educando Cantando esta finalizando as atividades em parceria com o DMATUC (Departamento de Meio Ambiente, Turismo e Cultura) da Prefeitura de Taubaté - SP, onde desde o mês de fevereiro se apresenta em parques da cidade e nas unidades escolares da educação Infantil e do ensino Fundamental.
Fonte: www.educandocantando.palcomp3.com
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Coco Verde Reciclado

Idealizador do Projeto Coco Verde, Philippe Mayer visitou meu blog e fez o seguinte questionamento:
Como fica o Coco Verde com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) ??
Sobre o PROJETO COCO VERDE
O Projeto tem como objetivo a valorização do lixo gerado pelo consumo da água de coco verde .Esta valorização permite a diminuição deste resíduo sólido (urbano) favorecendo a utilização de produtos eficientes e que ajudam a melhorar a paisagem urbana e residencial, criando emprego e trabalho para pessoas com pouca qualificação (cumprindo seu papel social em nossa sociedade).
O Projeto Coco Verde abre um ciclo de valorização deste resíduo sólido, cada vez mais presente em nossos centros urbanos, oferecendo novos empregos (e não transferência) promovendo o social sustentável tão debatido nestes tempos. Sua influencia na preservação do meio ambiente está justamente em poupar os aterros sanitários e lixões deste resíduo (lixo urbano) alem de substituir o Xaxim que após anos de extrativismo vem desaparecendo de nossa "MATA ATLÂNTICA".
Para conhecer mais, visite o site www.cocoverderj.com.br
Veja também: http://www.cocoverderj.com.br/3.projcv.htm
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Cresce o número de cidades com coleta seletiva no Brasil
Em 20 anos, aumentou de 58 para 994 o número de municípios com programas de separação do lixo para reciclagem; metade dos centros urbanos ainda descarta resíduos em lixões
Por Rogério Ferro, do Instituto Akatu

O número de cidades com programas de coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil aumentou de 58, em 1989 para 994 em 2008. Em 2000, eram 451 os municípios que dispunham de sistemas de separação de lixo para reciclagem em toda a área da cidade.
Os dados são da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, divulgado na sexta-feira (20/8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Atualmente 994 dos 5.564 (17%) municípios dispõem de programas de coleta seletiva do lixo. O avanço se deu, sobretudo, nas regiões Sul e Sudeste, onde, respectivamente, 46% e 32,4% dos municípios informaram ter programas de coleta seletiva que cobriam todo o município.
As cidades brasileiras produzem 150 mil toneladas de lixo por dia.
Segundo Carlos Silva, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o crescimento do número de cidades com sistemas de coleta seletiva é uma tendência irreversível. “É importante referir que em breve contaremos com a nova lei do lixo, que obriga os municípios a fazerem uma gestão ecologicamente correta dos resíduos”, afirma.
Ainda em fase de regulamentação, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga todos os municípios a criar programas de destinação correta do lixo no prazo de quatro anos.
Para Pólita Gonçalves, consultora socioambiental e gestora do Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, o crescimento de programas de coleta seletiva é consequência do aumento da demanda da população. “As pessoas têm se conscientizando da necessidade de dar destinação correta ao lixo e o resultado disso é a criação de políticas públicas correspondentes”.
“É fundamental que os consumidores exijam dos seus governantes, políticas que garantam a coleta seletiva. A destinação correta dos resíduos é a última etapa do consumo consciente”, explica Heloisa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu.
Os municípios com serviço de coleta seletiva separam, prioritariamente, papel e/ou papelão, plástico, vidro e metal (materiais ferrosos e não ferrosos), sendo que os principais compradores desses materiais são os comerciantes de recicláveis (53,9%), as indústrias recicladoras (19,4%), entidades beneficentes (12,1%) e outras entidades (18,3%).
Metade dos municípios ainda descarta resíduos em lixões
A pesquisa do IBGE revela também que 59,8% das cidades brasileiras usam lixões a céu aberto para descartar os resíduos sólidos. Os aterros sanitários são o destino final do lixo em 27,7% das cidades e 22% dos municípios encaminham os resíduos para aterros controlados.
Segundo o IBGE o quadro exige soluções urgentes, entretanto o número de municípios que usam os lixões caiu nos últimos 20 anos. Em 1989, 88% dos locais armazenavam resíduos sólidos a céu aberto; em 2000, ano em que foi realizada a pesquisa anterior, eram 72,3%.
Os Estados de Piauí, Maranhão e Alagoas são apontados como os locais onde a situação é bastante grave. Esses Estados destinam mais de 95% dos resíduos aos lixões. Santa Catarina foi o Estado com os melhores resultados na coleta. Lá, 87,2% do lixo é destinado a aterros sanitários controlados.
A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico levantou informações sobre todos os municípios brasileiros. Os pesquisadores do IBGE foram a campo no segundo semestre de 2008.
Por Rogério Ferro, do Instituto Akatu

O número de cidades com programas de coleta seletiva de resíduos sólidos no Brasil aumentou de 58, em 1989 para 994 em 2008. Em 2000, eram 451 os municípios que dispunham de sistemas de separação de lixo para reciclagem em toda a área da cidade.
Os dados são da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico 2008, divulgado na sexta-feira (20/8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Atualmente 994 dos 5.564 (17%) municípios dispõem de programas de coleta seletiva do lixo. O avanço se deu, sobretudo, nas regiões Sul e Sudeste, onde, respectivamente, 46% e 32,4% dos municípios informaram ter programas de coleta seletiva que cobriam todo o município.
As cidades brasileiras produzem 150 mil toneladas de lixo por dia.
Segundo Carlos Silva, presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, o crescimento do número de cidades com sistemas de coleta seletiva é uma tendência irreversível. “É importante referir que em breve contaremos com a nova lei do lixo, que obriga os municípios a fazerem uma gestão ecologicamente correta dos resíduos”, afirma.
Ainda em fase de regulamentação, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) obriga todos os municípios a criar programas de destinação correta do lixo no prazo de quatro anos.
Para Pólita Gonçalves, consultora socioambiental e gestora do Instituto Estadual do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro, o crescimento de programas de coleta seletiva é consequência do aumento da demanda da população. “As pessoas têm se conscientizando da necessidade de dar destinação correta ao lixo e o resultado disso é a criação de políticas públicas correspondentes”.
“É fundamental que os consumidores exijam dos seus governantes, políticas que garantam a coleta seletiva. A destinação correta dos resíduos é a última etapa do consumo consciente”, explica Heloisa Mello, gerente de operações do Instituto Akatu.
Os municípios com serviço de coleta seletiva separam, prioritariamente, papel e/ou papelão, plástico, vidro e metal (materiais ferrosos e não ferrosos), sendo que os principais compradores desses materiais são os comerciantes de recicláveis (53,9%), as indústrias recicladoras (19,4%), entidades beneficentes (12,1%) e outras entidades (18,3%).
Metade dos municípios ainda descarta resíduos em lixões
A pesquisa do IBGE revela também que 59,8% das cidades brasileiras usam lixões a céu aberto para descartar os resíduos sólidos. Os aterros sanitários são o destino final do lixo em 27,7% das cidades e 22% dos municípios encaminham os resíduos para aterros controlados.
Segundo o IBGE o quadro exige soluções urgentes, entretanto o número de municípios que usam os lixões caiu nos últimos 20 anos. Em 1989, 88% dos locais armazenavam resíduos sólidos a céu aberto; em 2000, ano em que foi realizada a pesquisa anterior, eram 72,3%.
Os Estados de Piauí, Maranhão e Alagoas são apontados como os locais onde a situação é bastante grave. Esses Estados destinam mais de 95% dos resíduos aos lixões. Santa Catarina foi o Estado com os melhores resultados na coleta. Lá, 87,2% do lixo é destinado a aterros sanitários controlados.
A Pesquisa Nacional de Saneamento Básico levantou informações sobre todos os municípios brasileiros. Os pesquisadores do IBGE foram a campo no segundo semestre de 2008.
Regulamentação da Política de Resíduos abordará gestão e logística reversa
por Fernanda Dalla Costa — 05/08/2010
Revista Sustentabilidade
A Política Nacional de Resíduos Sólidos deve ser regulamentada até 3 de novembro e deve estabelecer os detalhes com relação aos planos de gerenciamento de resíduos, à logística reversa e ao uso de recursos da União para atender às metas da legislação, disse Silvano Silvério, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano no Ministério do Meio Ambiente (MMA) à Revista Sustentabilidade.
O processo de regulamentação será liderado pelo MMA, que realizará pesquisas e diálogos com os setores envolvidos, e segundo o diretor não será influenciado pelo período eleitoral, já que a lei define a base para sua regulamentação.
Veja na íntegra o texto da lei nº 12.305/2010 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos
"Estamos com um prazo de 90 dias para a regulamentação e nós vamos respeitar esse prazo, regulamentando alguns pontos da legislação", disse Silvério.
Entre os pontos que serão regulamentados nos próximos meses, estão os planos de gerenciamento de resíduos sólidos (nacional, os estaduais e os municipais), que devem receber detalhes sobre sua elaboração, sobre os aspectos que devem ser observados pelo responsável por sua elaboração, além de seus prazos de implantação e definições acerca de como os catadores atuarão em conjunto com os municípios para a coleta seletiva.
A regulamentação também definirá como os recursos da União poderão ser acessados e utilizados por municípios para atender às exigências da nova legislação.
Com relação aos acordos setoriais, a regulamentação estabelecerá um cronograma de atividades, além do processo de elaboração dos acordos e os prazos desse processo.
Segundo Silvério, a regulamentação também contemplará as definições com relação à logística reversa, à importação de resíduos e os resíduos perigosos.
Sociedade Civil
Enquanto o governo determina quais aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos deverão ser regulamentados, a sociedade civil organizada enxerga a necessidade de se construir um processo participativo para a regulamentação.
Para o Instituto Pólis, será fundamental que a lei seja trabalhada na perspectiva da não-geração, redução, reutilização e reciclagem, como prioridade.
"Com isso, os incineradores serão uma tecnologia disponível, mas não utilizada", disse Elisabeth Grimberg, coordenadora executiva do instituto.
Apesar das manifestações da sociedade civil contra a inclusão da incineração de resíduos para a geração de energia, o texto aprovado pelos senadores considera essa destinação para os resíduos, porém define que os processos de separação e reciclagem devem precedê-la. O Instituto Pólis vê a necessidade do fortalecimento das políticas de reaproveitamento de resíduos, para que o volume restante seja reduzido e a incineração não aconteça.
Segundo Grimberg, é necessária mais clareza da lei nas ações de integração dos catadores nos programas de coleta seletiva municipais, de maneira que eles se integrem como profissionais do setor e que sejam contratados para iniciativas de logística reversa.
O Pólis também atesta a necessidade de se construir um instrumento para viabilizar a avaliação e análise de ciclo de vida dos produtos, iniciativa prevista no artigo 30 da legislação, que trata da responsabilidade compartilhada.
"O texto é muito vago. Será necessário definir o que será feito e considerar a questão da analise e avaliação comparativa entre os ciclos de vidas dos produtos e materiais, o que não está previsto na lei", explica. "Sem comparar os resultados dos estudos de ciclo de vida, como vamos avaliar quais são os materiais mais adequados?", questionou.
Revista Sustentabilidade
A Política Nacional de Resíduos Sólidos deve ser regulamentada até 3 de novembro e deve estabelecer os detalhes com relação aos planos de gerenciamento de resíduos, à logística reversa e ao uso de recursos da União para atender às metas da legislação, disse Silvano Silvério, secretário de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano no Ministério do Meio Ambiente (MMA) à Revista Sustentabilidade.
O processo de regulamentação será liderado pelo MMA, que realizará pesquisas e diálogos com os setores envolvidos, e segundo o diretor não será influenciado pelo período eleitoral, já que a lei define a base para sua regulamentação.
Veja na íntegra o texto da lei nº 12.305/2010 que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos
"Estamos com um prazo de 90 dias para a regulamentação e nós vamos respeitar esse prazo, regulamentando alguns pontos da legislação", disse Silvério.
Entre os pontos que serão regulamentados nos próximos meses, estão os planos de gerenciamento de resíduos sólidos (nacional, os estaduais e os municipais), que devem receber detalhes sobre sua elaboração, sobre os aspectos que devem ser observados pelo responsável por sua elaboração, além de seus prazos de implantação e definições acerca de como os catadores atuarão em conjunto com os municípios para a coleta seletiva.
A regulamentação também definirá como os recursos da União poderão ser acessados e utilizados por municípios para atender às exigências da nova legislação.
Com relação aos acordos setoriais, a regulamentação estabelecerá um cronograma de atividades, além do processo de elaboração dos acordos e os prazos desse processo.
Segundo Silvério, a regulamentação também contemplará as definições com relação à logística reversa, à importação de resíduos e os resíduos perigosos.
Sociedade Civil
Enquanto o governo determina quais aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos deverão ser regulamentados, a sociedade civil organizada enxerga a necessidade de se construir um processo participativo para a regulamentação.
Para o Instituto Pólis, será fundamental que a lei seja trabalhada na perspectiva da não-geração, redução, reutilização e reciclagem, como prioridade.
"Com isso, os incineradores serão uma tecnologia disponível, mas não utilizada", disse Elisabeth Grimberg, coordenadora executiva do instituto.
Apesar das manifestações da sociedade civil contra a inclusão da incineração de resíduos para a geração de energia, o texto aprovado pelos senadores considera essa destinação para os resíduos, porém define que os processos de separação e reciclagem devem precedê-la. O Instituto Pólis vê a necessidade do fortalecimento das políticas de reaproveitamento de resíduos, para que o volume restante seja reduzido e a incineração não aconteça.
Segundo Grimberg, é necessária mais clareza da lei nas ações de integração dos catadores nos programas de coleta seletiva municipais, de maneira que eles se integrem como profissionais do setor e que sejam contratados para iniciativas de logística reversa.
O Pólis também atesta a necessidade de se construir um instrumento para viabilizar a avaliação e análise de ciclo de vida dos produtos, iniciativa prevista no artigo 30 da legislação, que trata da responsabilidade compartilhada.
"O texto é muito vago. Será necessário definir o que será feito e considerar a questão da analise e avaliação comparativa entre os ciclos de vidas dos produtos e materiais, o que não está previsto na lei", explica. "Sem comparar os resultados dos estudos de ciclo de vida, como vamos avaliar quais são os materiais mais adequados?", questionou.
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