terça-feira, 24 de novembro de 2009

SP é o 1º Estado a aprovar meta de mudança climática

Texto prevê reduzir emissões de CO2 em 20%; projeto segue para sanção.
Por Afra Balazina e Alexandre Gonçalves

A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou ontem à noite a Política Estadual de Mudanças Climáticas. A lei prevê que o Estado reduza em 20% suas emissões de gás carbônico (CO2) até 2020, em relação aos níveis de 2005. A cada cinco anos, até 2020, o governo poderá fixar metas intermediárias para atingir o objetivo. O projeto segue para sanção do governador José Serra (PSDB).

Essa é a primeira lei estadual com meta de corte de gases de efeito estufa aprovada no País. A lei municipal de mudança climática, aprovada em junho na capital paulista, tem meta mais ambiciosa: cortar, até 2012, em 30% as emissões de gases-estufa, em relação aos valores verificados em inventário concluído em 2005.

O secretário do Meio Ambiente de São Paulo, Xico Graziano, considerou a aprovação uma vitória e ressaltou que houve oposição do setor industrial à lei, em razão da imposição do corte de CO2, principal gás causador do aquecimento global. Para ele, o Estado saiu na frente dos demais e do governo federal na questão e pode agora ser "copiado". "Agora São Paulo tem uma lei moderna, com compromissos. O Estado não tem medo da agenda de mudança do clima. Entendemos o desafio como oportunidade para construir uma economia verde."

O maior foco do governo para a redução das emissões será o setor de transporte. A lei prevê, por exemplo, a adoção de metas para a implantação de rede metroferroviária, de corredores de ônibus e de um bilhete único para incentivar o uso do transporte público.

O deputado estadual Vaz de Lima (PSDB), líder do governo na Assembleia Legislativa, acredita que o Estado dá um exemplo para o Brasil de como atacar de forma efetiva o problema das emissões. "São Paulo vai levar essa experiência para Copenhague no início de dezembro", afirma Vaz de Lima. Lá acontecerá a conferência do clima da ONU, na qual os países industrializados precisam definir que metas de redução de emissão de gases de efeito estufa adotarão a partir de 2013. Países em desenvolvimento, como o Brasil, não precisam ter metas obrigatórias, mas devem agir para alterar a curva de crescimento das emissões.

A lei estadual também estipula que sejam adotadas metas de eficiência para os diversos setores da economia e que, a cada cinco anos, seja publicado um inventário de emissões discriminado por fontes de emissão. O primeiro deverá ser comunicado até dezembro de 2010.

CONVERSA MOLE

O deputado estadual Adriano Diogo (PT), que já foi secretário municipal do Meio Ambiente em São Paulo, chamou a legislação de clima do Estado de "lei chuchu". "É incolor, inodora e insípida - e muito vaga. Não fala na queima da palha da cana e não acena com a implantação da inspeção veicular nem com a redução da poluição dos combustíveis." Para ele, a lei não passa de "conversa mole". Em sua avaliação, pelo fato de o Estado ainda não ter inventário e não sabe quanto é sua emissão, a meta é vazia.

AÇOES PREVENTIVAS

Meta: Reduzir em 20% as emissões de CO2, relativas a 2005, em 2020. O Executivo pode fixar metas intermediárias a cada cinco anos

Inventário: O Estado deve publicar um inventário das emissões de gases-estufa em dezembro de 2010, que vai nortear as metas

Transporte: Um plano de transporte sustentável deve ser apresentado em até um ano

Licitação: Deve ser organizado um modelo de licitação pública sustentável em até um ano

Adaptação: Deve ser elaborado um plano participativo de adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, contemplando catástrofes de origem climática, em até dois anos

Carros: O Estado tornará públicos, em até seis meses, os dados sobre emissões de gases-estufa e outros poluentes dos veículos homologados pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve)

Zoneamento: O governo tem até dois anos para implantar o Zoneamento Econômico Ecológico

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Casa Solar 100% Brasileira


Projetar, construir e habitar uma moradia que opere só com energia solar térmica e fotovoltaica-

Giuliana Capello
Revista Arquitetura & Construção – 06/2009

Esse é o desafio da equipe brasileira que disputará pela primeira vez, em junho de 2010, a Solar Decathlon, competição promovida pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos.

O Consórcio Brasil, que concorre com 19 participantes de nove países, é formado pelas universidades federais de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina, além da Universidade Estadual de Campinas e da Universidade de São Paulo. “Será uma oportunidade para difundir tecnologias e tentar torná-las mais acessíveis”, diz o arquiteto José Kós, coordenador do projeto de arquitetura da equipe nacional, que conta com apoio dos ministérios da Educação, Relações Exteriores, Minas e Energia e Ciência e Tecnologia.

As casas serão construídas em Madri uma semana antes da competição. Então, o júri avaliará quesitos como arquitetura, sustentabilidade, eficiência energética e conforto. Um segundo protótipo será montado para percorrer o Brasil, com a intenção de despertar o interesse de construtoras.

BANHO DE SOL E TECNOLOGIA

A equipe do Brasil não revela muitos detalhes do projeto, que terá 70 m2. Mas conseguimos descobrir algumas das inovações que serão destaque na proposta:

- Ela irá gerar mais energia do que o necessário para consumo. O excedente será lançado na rede pública.
- Placas fotovoltaicas penduradas na estrutura da fachada poderão deslizar lateralmente, acompanhando a posição do Sol durante o dia e nas diferentes estações do ano.
- A iluminação terá mecanismos de automação para propiciar maior eficiência energética.
- Várias formas de monitoramento permitirão um maior entendimento sobre a energia solar e, assim, uma operação mais funcional.
- A montagem rápida facilitará o transporte e a construção da casa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Conheça melhor os biocombustíveis e suas diferenças

Por Ana Luiza Silveira • 30/07/2008 - MSN Verde

Um dos maiores desafios propostos pelo agravamento do aquecimento global tem sido o futuro da produção de energia. Assim como para a água e os alimentos, as previsões para o abastecimento energético do mundo nos próximos anos não são das mais animadoras. Isso porque os combustíveis fósseis - cuja combustão emite altas doses de gás carbônico, um dos causadores do efeito estufa - ainda são responsáveis pelo fornecimento de três quartos de toda a energia consumida no planeta. E o petróleo, além de caro, é finito. Além dessa dependência de combustíveis tão poluentes, há outro problema: as disputas geopolíticas que atingem a maioria dos países produtores de petróleo, que resultam em guerras, problemas diplomáticos e o fortalecimento de ditaduras. Sendo assim, tornou-se urgente a transição para o uso de fontes de energia limpas e renováveis, que não prejudiquem o planeta e nem coloquem as nações em pé de guerra. Em outras palavras, está lançada a corrida pela adoção eficiente de biocombustíveis e energias alternativas.

Os biocombustíveis são materiais biológicos renováveis que, quando colocados em combustão, conseguem gerar energia suficiente para gerar algum tipo de trabalho. São derivados de produtos agrícolas, como a cana-de-açúcar, e também de biomassa, matérias orgânicas e plantas oleaginosas. O álcool proveniente da cana-de-açúcar é o mais difundido e o preferido do governo brasileiro para ser usado nas próximas décadas, pois é bem menos poluente do que os combustíveis derivados do petróleo. Por mais que essas novas matrizes energéticas venham sendo apontadas como a salvação da nossa energia, elas não escapam de algumas polêmicas. Conheça os mais comentados biocombustíveis do momento:

Biomassa

É uma fonte limpa de energia, totalmente renovável, proveniente de variados materiais orgânicos. Cana-de-açúcar, restos de madeira, lenha, galhos, embalagens de papelão, papéis velhos, óleo vegetal, estrume de gado, pó de serra e casca de arroz, entre outros, podem ser utilizados na sua composição. Até parte do lixo urbano pode ser usado na produção de energia elétrica, e isso já vem sendo feito em algumas cidades do mundo.

O uso de biomassa é bastante vantajoso, pois os resíduos emitidos na sua queima não são poluentes e, conseqüentemente, não contribuem com o efeito estufa. Como são utilizados restos de produção ou de lixo, não são necessários altos custos de implementação e manutenção do processamento, o que facilita a produção. O único porém é que pode haver diminuição na produção de energia nos períodos de entressafra.

Biodiesel

É um combustível derivado de óleos vegetais extraídos de diversas matérias-primas, como mamona, soja, algodão, babaçu e dendê, entre outras. Também pode ser obtido no reaproveitamento do óleo usado em frituras ou por meio de gordura animal. Para transformá-los em fonte de energia, essas matérias-primas são moídas para a extração de seus óleos, que depois são misturados com álcool, preferencialmente o etanol. O biodiesel deverá substituir quase todos os derivados do petróleo, com a vantagem de não exigir modificação nos motores.

As vantagens do biodiesel são muitas. A principal delas é a redução das emissões poluentes dos derivados de petróleo em até 80%, o que já colabora bastante para a diminuição do efeito estufa. Por ser biodegradável, não-tóxico e não-explosivo, o biodiesel pode ser transportado e armazenado com segurança, sem causar danos ambientais. E, ao contrário dos combustíveis fósseis, que possuem enxofre em sua composição, o biodiesel não contribui para a ocorrência de chuva ácida - que é prejudicial às lavouras, às florestas e aos animais.

Etanol

É o famoso álcool etílico usado na fabricação de desodorantes, perfumes, produtos de limpeza, bebidas alcoólicas e medicamentos. Deriva de cana-de-açúcar, milho, mandioca, trigo e de outros cereais por meio da fermentação da sacarose (o açúcar presente nesses alimentos). Como possui vastas lavouras de cana-de-açúcar em seu território, o Brasil não só é o maior produtor e consumidor de etanol, como também o maior exportador do mundo, com mais de 2 bilhões de litros vendidos somente em 2005. Mas a produção também é grande em outros países, como Estados Unidos, Canadá, Índia e Colômbia.

Com tanta gente produzindo e com tantas matérias-primas disponíveis, o etanol tem toda a chance de se tornar o número 1 dos biocombustíveis do futuro. Porém, ele esbarra em uma grande polêmica ambiental. Vários países já se manifestaram junto à Organização das Nações Unidas contra sua produção, pois acreditam que esse combustível - tanto o feito à base de milho quanto o de cana-de-açúcar - possa afetar a produção de alimentos no mundo e também contribuir para o desmatamento. ONGs de vários cantos do mundo também acusam os produtores de utilizar a produção agrícola com fins energéticos em detrimento da alimentação. O impacto dessas queixas foi tão grande que, no ano passado, a ONU sugeriu uma moratória de cinco anos na produção de etanol, para os governos avaliarem os impactos sociais, ambientais e de direitos humanos gerados.

Biogás

É uma mistura de metano, gás carbônico e outros gases em pequenas quantidades produzida a partir de biomassa, como bagaço vegetal, lixo, esterco e outras matérias em decomposição. E quem é responsável pela decomposição são alguns tipos de bactérias, que transformam a matéria orgânica em substância química. Misturada com gases, essa substância dá origem a um combustível que pode ser usado em motores, aquecedores, geradores e eletrodomésticos, entre outros produtos que necessitam de energia para funcionar. Em alguns países, como a Suíça, o biogás já vem sendo usado com sucesso como combustível do transporte coletivo.

Aqui no Brasil, o biogás é visto como uma forma de realizar o tratamento adequado dos resíduos sólidos, com a valorização dos aterros sanitários e o resgate social dos catadores que atuam nos lixões. Também vem sendo apontado como uma solução para evitar os "apagões" no setor de energia e uma forma de reduzir as emissões do metano, produzido a partir dos aterros de lixo.

Combustíveis sintéticos

Na busca por fontes de energia mais eficientes e menos poluentes, cientistas vêm tentando desenvolver diesel e gasolina à base de gás natural, carvão ou biomassa. O gás natural já vem sendo usado em alguns países, mas a emissão de poluentes não é tão reduzida em comparação a combustíveis derivados do petróleo. Já os sintéticos à base de biomassa são mais vantajosos ambientalmente, pois representam uma redução de aproximadamente 90% na emissão de gases tóxicos. Ainda são necessários alguns estudos para colocar os sintéticos de biomassa no mercado, mas acredita-se que eles estarão disponíveis dentro de poucos anos.

Energia solar

É a mais disponível, mas também uma das mais caras, pois a captação é feita por enormes painéis feitos de vidro espelhado e células de silício. Quando incidem sobre uma camada de condutores instalados nesses painéis, os raios de sol fazem com que os elétrons ali presentes comecem a se movimentar, produzindo energia. Mesmo que já esteja sendo usada em alguns países, a energia solar não tem muita força para emplacar, devido ao alto custo e à possibilidade de sofrer com a baixa eficiência em dias nublados.

Energia eólica

É a energia obtida por meio da força dos ventos, muito popular em alguns países desenvolvidos, como a Dinamarca e a Alemanha - esta última possui o maior parque de moinhos de vento do mundo. Aqui no Brasil, existe um parque eólico na cidade de Osório, no Rio Grande do Sul, com capacidade para cobrir metade da necessidade de energia elétrica de Porto Alegre. Mesmo sendo uma tecnologia cara, diversos países vêm estudando a possibilidade de adotar os moinhos para substituir o uso de combustíveis fósseis, já que a energia é limpa e eficiente. Igualmente otimistas, alguns especialistas acreditam que ela possa vir a ser, a longo prazo, uma das maiores responsáveis pelo consumo mundial de energia.

Energia marinha

Alguns países da Europa, além da Austrália e do Japão, já possuem usinas para retirar energia do movimento das ondas do mar. Nelas, as ondas provocam um fluxo de ar que gira uma turbina e produz eletricidade. No Brasil, existem projetos de adotar bombas hidráulicas com o mesmo propósito, mas ainda deve levar mais uns cinco anos para que esse tipo de energia seja produzido. Por mais que seja uma energia limpa e barata, não substitui os combustíveis fósseis, pois só serve para a produção de eletricidade.

Hidrogênio

Como pode ser obtido diretamente do metano e da água, é uma fonte abundante de energia. Já existem tecnologias para produção do hidrogênio como combustível - como é o caso das experimentações em automóveis -, porém a idéia ainda não é economicamente viável. Além de caras tecnologias para a sua fabricação, o combustível de hidrogênio ainda é um pouco poluente, por causa do metano em sua composição. E tem preço cinco vezes superior ao da gasolina. Apesar disso, são uma boa alternativa, e as expectativas são de que os carros movidos a hidrogênio comecem a circular nas ruas de todo o mundo dentro de 15 anos.

Energia Geotérmica

Por ser expressivamente menos poluente, já é usada em 21 países, abastecendo 60 milhões de pessoas. Mas esse tipo de energia é o mais complicado de se obter, pois as usinas precisam ser construídas junto a acidentes geográficos, como vulcões ou gêiseres, que facilitam o acesso ao subsolo da Terra - cujo calor aumenta 3 graus a cada 100 metros de profundidade. Para complicar, as usinas são caras. Existem estudos para tentar construir essas usinas em locais onde não há acidentes geográficos, mas ainda assim a implantação exige altos investimentos. Ou seja, as chances de implantação em outros países são muito pequenas.

"Querosene" biológico

Em fevereiro de 2008, um boeing da companhia aérea inglesa Virgin fez seu primeiro vôo movido a biocombustível de óleo de côco e babaçu - uma mistura com efeitos energéticos bem semelhantes aos do querosene feito à base de petróleo. O avião foi de Londres até Amsterdam, na Holanda, sem apresentar problemas. Acredita-se que, em breve, essa mistura possa ser usada correntemente na indústria da aviação, fazendo com que os vôos sejam bem menos poluentes.

Energia do futuro


Energia do futuro
Biocombustíveis: uma solução ainda polêmica

Por Ana Luiza Silveira • 11/11/2009 - MSN Verde

O mundo já viveu muito bem sem energia elétrica ou combustíveis, numa era em que não dependíamos tanto da tecnologia. Hoje, fica difícil imaginar uma vida sem carro, sem aparelhos eletrônicos, sem industrialização. Estamos tão dependentes que nem paramos para pensar o quanto andamos abusando da natureza. Segundo previsões do governo dos Estados Unidos, o consumo energético global deverá aumentar 57% em 2030.

A saída, claro, é encontrar fontes alternativas que não poluam o planeta nem esgotem as fontes de combustíveis fósseis que ainda serão necessárias por muito tempo. Para entender melhor a questão dos biocombustíveis, o Bolsa de Mulher conversou com o Professor Ennio Peres da Silva, Coordenador do Laboratório de Hidrogênio da Unicamp, em Campinas (SP).

Quais biocombustíveis têm maiores chances de substituir de forma eficiente os combustíveis fósseis nos próximos anos?

As principais aplicações de cada combustível dependem de suas características e disponibilidades. O carvão pode ser substituído de forma eficiente pela lenha, os derivados de petróleo pelo GLP (gás de cozinha), que vem sendo substituído por gás natural nos grandes centros urbanos e também pela energia elétrica. A gasolina pode ser substituída pelo etanol e o diesel, pelo biodiesel. No caso do gás natural, nos grandes centros urbanos tem sido usado o biogás e, futuramente, pensa-se no uso energético do hidrogênio, a ser produzido de inúmeras fontes de energia.

Existe alguma previsão de quanto tempo levará para que os combustíveis fósseis deixem de ser utilizados?

O que se pretende é reduzir o consumo desses combustíveis, mesclando seu uso com os biocombustíveis. Com isso, o tempo de duração das reservas dos combustíveis fósseis será ampliado, disponibilizando essa matéria-prima por muito mais tempo. Convém lembrar que os combustíveis fósseis não são exclusivamente utilizados como energéticos, mas também como insumo para muitos processos químicos, como produção de plásticos, materiais sintéticos e medicamentos, entre outros.

Green Building Council Brasil

O Green Building Council Brasil tem a missão de desenvolver a indústria da construção sustentável no país, utilizando as forças de mercado para conduzir a adoção de práticas de green building em um processo integrado de concepção, implantação, construção e operação de edificações e espaços construídos.

Tem uma visão de ser a principal referência em construção sustentável no país tendo liderado a efetiva e vasta aplicação de seus conceitos através da:

- Capacitação dos profissionais dos vários elos do setor

- Compilação e divulgação das melhores práticas incluindo tecnologias, materiais, processos e procedimentos operacionais

- Disseminação da certificação LEED ®, adaptada à nossa realidade

- Atuação pró-ativa junto a organizações, governamentais ou privadas, que possam nos apoiar na nossa Missão.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Boa Notícia

Cidades em Minas Gerais, Espírito Santo e Paraná já aprovaram leis que exigem a sustituição das sacolas plásticas normais por modelos oxibiodegradáveis. Feitas de polietileno, elas custam o mesmo preço e são fabricadas no mesmo maquinário. A diferença é um aditivo que acelera sua degradação para 18 meses.

Fonte: funverde.wordpress.com

Potencial Eólico e Solar

Descobrir os potenciais eólico e solar do lugar onde você mora ficou mais fácil com o FirstLook, um site que mapeia as médias anuais de velocidade dos ventos e a quantidade de sol em todo o planeta. A ferramenta torna desnecessária a avaliação inicial dos técnicos, barateando os custos de instalação de fontes alternativas de energia.

http://firstlook.3tiergroup.com

Fonte: Revista Casa Claudia - Janeiro/2009

...

Essa pergunta foi a vencedora num congresso sobre vida sustentável.

"Todos pensam em deixar um planeta melhor para os nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o planeta?"

Uma criança que aprende o respeito e a honra dentro da própria casa e recebe o exemplo dos seus pais, torna-se um adulto comprometido em todos os aspectos, inclusive em respeitar o planeta onde vive...

sábado, 14 de novembro de 2009

Arquitetura Bioecológica

Promovidas pela Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica, as aulas são voltadas para empresas e gestores do mercado de construção civil e visam conscientizar e capacitar profissionais sobre a importância das políticas para o meio ambiente

Por Roberta Ávila
Planeta Sustentável - 23/09/2008

São três os cursos que a ANAB Brasil - Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica montou para falar sobre sustentabilidade no setor construtivo. E todos estão com as inscrições abertas:

- Formação de Gestores para a Construção Sustentável;
- Sistema Integrado de Soluções Bioecológicas - SISB e
- EnergyPlus: Simulação de Desempenho Energético de Edificações.

O primeiro - Formação de Gestores para a Construção Sustentável - será ministrado nos dias 26 e 27 de setembro por Cristina Gailey, psicóloga e especialista em educação ambiental, que versará sobre gestão de pessoas com conceitos sustentáveis, focando a importância do comprometimento das organizações com políticas para o meio ambiente.

Já o SISB - oferecido a partir de 27 de setembro - reunirá conceitos da sustentabilidade na construção civil para abordar temas como Planejamento de Empreendimentos Sustentáveis, Sistemas de Avaliação e Certificação, Gestão Energética dos Sistemas no Edifício e Estratégias de Acústica e Acessibilidade, entre outros.

EnergyPlus proporá a simulação de desempenho energético de edificações e as maneiras de utilizar um software gratuito de simulação energética para avaliação de edificações, definindo estratégias para alcançar conforto térmico e economia nos projetos. Composto por três módulos - um básico (à distância, com 4 horas presenciais para esclarecimento de dúvidas) e dois avançados presenciais – irá de 30 de outubro a 1º de novembro.

Os interessados podem obter mais informações no site da ANAB, pelo telefone (11) 3466 9275 ou por email: contato@anabbrasil.org.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Embalagens Tetra Park






Você sabia que 40 mil toneladas da embalagens do tipo Tetra Park, cerca de 25% da produção, são recicladas por ano no Brasil?...Feitas de papel, polietileno e alumínio, elas são transformadas caixas, peças de plástico, parafinas, barras de alumínio e até telhas. Veja os pontos de coleta em www.rotadareciclagem.com.br