segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Dias para salvar o oceano antártico
Em poucos dias, alguns países poderão dar a largada para transformar grandes áreas do oceano antártico no maior santuário marítimo do mundo, salvando o habitat de baleias, pinguins e milhares de outras espécies polares das frotas da indústria pesqueira. Mas eles só vão agir se nos manifestarmos agora.
A maioria destes países apoia a criação do santuário, mas Rússia, Coréia do Sul e alguns outros estão ameaçando não aprovar o acordo para também saquear o oceano antártico após terem levado a pesca à exaustão em outras partes do planeta. Essa semana, um pequeno grupo de negociadores vai se reunir a portas fechadas para tomar uma decisão. Uma corrente gigante de pressão popular pode forçar a abertura das negociações, isolar os países que estão tentando bloquear a criação do santuário e assegurar um acordo para a proteção de 6 milhões de quilômetros quadrados do precioso oceano antártico.
As baleias e os pinguins não possuem voz própria, então cabe a nós defendê-los. Vamos convencer os negociadores produzindo uma onda gigante de pressão da opinião pública -- a Avaaz vai cercar o encontro com anúncios publicitários impactantes e, juntos, entregaremos nossa mensagem para as delegações fazendo um barulho ensurdecedor nas redes sociais. Assinem essa urgente petição e compartilhem com todas as pessoas que vocês conhecem.
- Leonardo DiCaprio e a equipe da Avaaz
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
Reciclagem de Materiais em Condomínios
Tema do Projeto: Reciclagem de Materiais em Condomínios
Autor: Paulo Goskes
Este projeto, apresentado no Congresso Brasileiro de Defesa do meio Ambiente, foi realizado pelo, então, síndico Paulo Goskes, no condomínio Nova Ipanema, na Barra da Tijuca (RJ), durante o período de 1997 e 2001, com o objetivo de implantar a coleta seletiva de materiais recicláveis.
O Projeto abordou como foco principal e chave de todo o processo de desenvolvimento, a preparação das pessoas envolvidas diretamente no trabalho, ou seja, a sensibilização das empregadas domésticas e o terinamento dos faxineiros quanto as formas de recolhimento e armazenamento dos diversos materiais.
Dentre os benefícios observados os mais relevantes foram a redução de consumo de sacos de lixo por parte dos condôminos, eliminação quase total dos entupimentos dos tubos das lixeiras, a eliminação do uso dos tubos na maioria dos prédios, com consequente melhoria na higienização.
Uma parte do Projeto consistiu no sorteio de cestas básicas entre as empregadas domésticas e faxineiros que faziam a seleção dos materiais, como uma forma de recompensa pelo trabalho realizado.
As cestas básicas eram compradas com o próprio dinheiro recebido em troca da venda dos materiais, o que motivava mais ainda o recolhimento dos materiais para reciclagem.
Leia o Projeto na íntegra
Envie também o seu projeto ou idéia para que outras iniciativas possam ser realizadas
Fonte: Planeta Melhor
Autor: Paulo Goskes
Este projeto, apresentado no Congresso Brasileiro de Defesa do meio Ambiente, foi realizado pelo, então, síndico Paulo Goskes, no condomínio Nova Ipanema, na Barra da Tijuca (RJ), durante o período de 1997 e 2001, com o objetivo de implantar a coleta seletiva de materiais recicláveis.
O Projeto abordou como foco principal e chave de todo o processo de desenvolvimento, a preparação das pessoas envolvidas diretamente no trabalho, ou seja, a sensibilização das empregadas domésticas e o terinamento dos faxineiros quanto as formas de recolhimento e armazenamento dos diversos materiais.
Dentre os benefícios observados os mais relevantes foram a redução de consumo de sacos de lixo por parte dos condôminos, eliminação quase total dos entupimentos dos tubos das lixeiras, a eliminação do uso dos tubos na maioria dos prédios, com consequente melhoria na higienização.
Uma parte do Projeto consistiu no sorteio de cestas básicas entre as empregadas domésticas e faxineiros que faziam a seleção dos materiais, como uma forma de recompensa pelo trabalho realizado.
As cestas básicas eram compradas com o próprio dinheiro recebido em troca da venda dos materiais, o que motivava mais ainda o recolhimento dos materiais para reciclagem.
Leia o Projeto na íntegra
Envie também o seu projeto ou idéia para que outras iniciativas possam ser realizadas
Fonte: Planeta Melhor
Aproveite bem a água da chuva
Criar um sistema de captação pluvial básico ou até mesmo elaborado é mais simples do que parece. O meio ambiente agradece - e o seu bolso também
Fonte: Planeta Sustentável
Lara Muniz
Arquitetura & Construção - 07/2012
Aquele aguaceiro que cai do telhado em dias de tempestade merece um destino mais nobre do que causar enchentes ou simplesmente escoar pelas galerias de esgoto. "O reúso da chuva é um investimento. Entre 35 e 50% da nossa demanda de água destina-se a fins não potáveis, e um projeto doméstico de coleta pluvial atende a esse índice", explica Jack M. Sickermann, representante da Acquasave, de Florianópolis.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou uma regra para tornar o processo mais seguro: só se pode reaproveitar a água captada em coberturas, nunca a proveniente de pisos. Bebê-la ou usá-la no banho está fora de cogitação. "Tecnicamente, até dá para transformá-la em potável, mas o processo custa caro. Por isso, o uso mais comum se dá em descargas, rega de jardins, lavagem de carros e calçadas e até para completar a piscina, que será tratada com cloro", orienta Jack.
Os equipamentos de reúso adaptam-se às calhas e aos condutores já existentes na construção. Mas é importante lembrar que essa água nunca deve se misturar àquela fornecida pela rede pública, que é potável. Ela requer reservatório e encanamento próprios, como você verá a seguir.
POR ONDE COMEÇAR
Antes de investir num sistema de reúso da água de chuva, encomende um diagnóstico a uma empresa idônea. O ideal é que esse planejamento conste do projeto de construção ou reforma da casa ou do edifício. Para isso, levam-se em conta desde a área da cobertura até o índice pluviométrico da região, sem deixar de lado um bom estudo da conta de água do imóvel. "Dependendo do gasto médio, em dois anos já se registra o retorno do investimento", calcula Diogo Almeida, engenheiro da Sharewater, empresa de São Paulo que faz projetos para todo o Brasil.
Tanto casas quanto prédios já construídos aceitam sistemas de reaproveitamento (em condomínios, rateia-se o custo do projeto e dos equipamentos). Às vezes é necessário mexer no telhado e nas instalações hidráulicas (para usar a água em descargas). Além disso, o sistema requer espaço para a instalação da cisterna subterrânea ou sobre o solo.
Quanto ao preço, em média, uma proposta básica com cisterna pequena sobre o piso começa em R$ 7 mil. As mais elaboradas chegam a R$ 15 mil. A boa notícia é que tudo isso aceita a implantação em etapas, o que dilui os gastos. Algumas empresas vendem kits prontos (veja dois exemplos abaixo), que incluem filtros, bomba, cisterna e orientação na hora de colocar tudo para funcionar. Os mais simples pedem apenas um dia para a instalação.
Observe se o filtro oferecido é o de duas etapas ¿ além de folhas e da sujeira graúda, ele deve dispensar também os primeiros 2 ou 3 mm de água de chuva, medida que serve para limpar a impurezas acumuladas no telhado. Se você optar por um reservatório sobre o piso, que interfere na aparência da construção, encomende um nicho de alvenaria para disfarçá-lo.
Todo esse esforço valerá a pena: "Ainda não temos uma referência em porcentagem, mas notamos que o imóvel se valoriza quando conta com o sistema", finaliza Diogo.
RAIO X DA COLETA DE CHUVA
Planejado durante a construção ou a reforma, o sistema instalado por empresas especializadas complementa o fornecimento da rede pública, mas exige reservatório e encanamento próprios
FLORIANÓPOLIS Acquasave - tel. (48) 3238-0024.
FREDERICO WESTPHALEN, RS Bakof - tel. (55) 3744-3232.
PORTO ALEGRE Harvesting - tel. (51) 3748-4277.
SÃO PAULO AquaStock - tel. (11) 3815-4814.
SERRA, ES Fortlev - tel. (27) 2121-6700.
Fonte: Planeta Sustentável
Lara Muniz
Arquitetura & Construção - 07/2012
Aquele aguaceiro que cai do telhado em dias de tempestade merece um destino mais nobre do que causar enchentes ou simplesmente escoar pelas galerias de esgoto. "O reúso da chuva é um investimento. Entre 35 e 50% da nossa demanda de água destina-se a fins não potáveis, e um projeto doméstico de coleta pluvial atende a esse índice", explica Jack M. Sickermann, representante da Acquasave, de Florianópolis.
A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) criou uma regra para tornar o processo mais seguro: só se pode reaproveitar a água captada em coberturas, nunca a proveniente de pisos. Bebê-la ou usá-la no banho está fora de cogitação. "Tecnicamente, até dá para transformá-la em potável, mas o processo custa caro. Por isso, o uso mais comum se dá em descargas, rega de jardins, lavagem de carros e calçadas e até para completar a piscina, que será tratada com cloro", orienta Jack.
Os equipamentos de reúso adaptam-se às calhas e aos condutores já existentes na construção. Mas é importante lembrar que essa água nunca deve se misturar àquela fornecida pela rede pública, que é potável. Ela requer reservatório e encanamento próprios, como você verá a seguir.
POR ONDE COMEÇAR
Antes de investir num sistema de reúso da água de chuva, encomende um diagnóstico a uma empresa idônea. O ideal é que esse planejamento conste do projeto de construção ou reforma da casa ou do edifício. Para isso, levam-se em conta desde a área da cobertura até o índice pluviométrico da região, sem deixar de lado um bom estudo da conta de água do imóvel. "Dependendo do gasto médio, em dois anos já se registra o retorno do investimento", calcula Diogo Almeida, engenheiro da Sharewater, empresa de São Paulo que faz projetos para todo o Brasil.
Tanto casas quanto prédios já construídos aceitam sistemas de reaproveitamento (em condomínios, rateia-se o custo do projeto e dos equipamentos). Às vezes é necessário mexer no telhado e nas instalações hidráulicas (para usar a água em descargas). Além disso, o sistema requer espaço para a instalação da cisterna subterrânea ou sobre o solo.
Quanto ao preço, em média, uma proposta básica com cisterna pequena sobre o piso começa em R$ 7 mil. As mais elaboradas chegam a R$ 15 mil. A boa notícia é que tudo isso aceita a implantação em etapas, o que dilui os gastos. Algumas empresas vendem kits prontos (veja dois exemplos abaixo), que incluem filtros, bomba, cisterna e orientação na hora de colocar tudo para funcionar. Os mais simples pedem apenas um dia para a instalação.
Observe se o filtro oferecido é o de duas etapas ¿ além de folhas e da sujeira graúda, ele deve dispensar também os primeiros 2 ou 3 mm de água de chuva, medida que serve para limpar a impurezas acumuladas no telhado. Se você optar por um reservatório sobre o piso, que interfere na aparência da construção, encomende um nicho de alvenaria para disfarçá-lo.
Todo esse esforço valerá a pena: "Ainda não temos uma referência em porcentagem, mas notamos que o imóvel se valoriza quando conta com o sistema", finaliza Diogo.
RAIO X DA COLETA DE CHUVA
Planejado durante a construção ou a reforma, o sistema instalado por empresas especializadas complementa o fornecimento da rede pública, mas exige reservatório e encanamento próprios
FLORIANÓPOLIS Acquasave - tel. (48) 3238-0024.
FREDERICO WESTPHALEN, RS Bakof - tel. (55) 3744-3232.
PORTO ALEGRE Harvesting - tel. (51) 3748-4277.
SÃO PAULO AquaStock - tel. (11) 3815-4814.
SERRA, ES Fortlev - tel. (27) 2121-6700.
Faber-Castell lança programa de coleta e reutilização de materiais escolares
A Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a empresa de logística reversa TerraCycle para lançar um programa de coleta que permite a transformação de milhares de instrumentos de escrita como canetas, marcadores, entre outros e suas respectivas embalagens em matéria prima reciclada que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente.
O programa conta com a ajuda do consumidor que deve se inscrever no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente, por meio do site da Terracycle (veja aqui). Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não funcionam mais ou estejam quebrados. Podem ser enviados produtos de qualquer marca deste tipo de produto
“Estamos muito animados com o lançamento da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell. A participação no Programa de Coleta aumenta a consciência ambiental de todos e transforma a visão que as pessoas têm do que é lixo e do que podemos fazer com ele. Esse é o caminho para que a sustentabilidade se torne uma prática de toda a sociedade”, afirma o presidente da TerraCycle Brasil, Bruno Massote.
A coleta de produtos e embalagens por meio das Brigadas é uma maneira divertida para pais e professores incentivarem as crianças a aprenderem sobre a importância de reciclar, reutilizar e sobre como ajudar o meio ambiente. Os programas de Brigadas também incentivam a arrecadação de fundos para apoiar escolas e/ou instituições sem fins lucrativos enquanto reduzem a quantidade de resíduos nos aterros sanitários e lixões.
Como funciona?
O processo é simples. Primeiramente, é preciso montar um Time de Coleta (pode ser uma escola, organização, empresa, condomínio, etc) e escolher um representante com mais de 13 anos. Depois, é só juntar o mínimo necessário de 85 unidades de produtos desta Brigada, colocá-las em uma caixa bem fechada e baixar as etiquetas pré-pagas ou escolher recebê-las pelos Correios. Por último, cole a etiqueta na caixa e entregue a sua remessa na agência própria dos Correios mais próxima.
Para cada unidade de resíduo enviada (consideramos o peso médio do produto equivalente a 12g por unidade) o seu Time de Coleta receberá 2 pontos TerraCycle que equivalem a R$ 0,02 (1 ponto = R$ 0,01). Este valor poderá ser revertido em doações em dinheiro para uma entidade sem fins lucrativos ou escola de sua escolha. Clique aqui para saber mais sobre o Programa de Pontos da TerraCycle.
O programa conta com a ajuda do consumidor que deve se inscrever no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente, por meio do site da Terracycle (veja aqui). Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não funcionam mais ou estejam quebrados. Podem ser enviados produtos de qualquer marca deste tipo de produto
“Estamos muito animados com o lançamento da Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell. A participação no Programa de Coleta aumenta a consciência ambiental de todos e transforma a visão que as pessoas têm do que é lixo e do que podemos fazer com ele. Esse é o caminho para que a sustentabilidade se torne uma prática de toda a sociedade”, afirma o presidente da TerraCycle Brasil, Bruno Massote.
A coleta de produtos e embalagens por meio das Brigadas é uma maneira divertida para pais e professores incentivarem as crianças a aprenderem sobre a importância de reciclar, reutilizar e sobre como ajudar o meio ambiente. Os programas de Brigadas também incentivam a arrecadação de fundos para apoiar escolas e/ou instituições sem fins lucrativos enquanto reduzem a quantidade de resíduos nos aterros sanitários e lixões.
Como funciona?
O processo é simples. Primeiramente, é preciso montar um Time de Coleta (pode ser uma escola, organização, empresa, condomínio, etc) e escolher um representante com mais de 13 anos. Depois, é só juntar o mínimo necessário de 85 unidades de produtos desta Brigada, colocá-las em uma caixa bem fechada e baixar as etiquetas pré-pagas ou escolher recebê-las pelos Correios. Por último, cole a etiqueta na caixa e entregue a sua remessa na agência própria dos Correios mais próxima.
Para cada unidade de resíduo enviada (consideramos o peso médio do produto equivalente a 12g por unidade) o seu Time de Coleta receberá 2 pontos TerraCycle que equivalem a R$ 0,02 (1 ponto = R$ 0,01). Este valor poderá ser revertido em doações em dinheiro para uma entidade sem fins lucrativos ou escola de sua escolha. Clique aqui para saber mais sobre o Programa de Pontos da TerraCycle.
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Campanha da ONU para o Dia Mundial da Ação Humanitária
Fonte: ONUBR - Nações Unidas no Brasil
A campanha mundial das Nações Unidas para destacar o impacto que os atos humanitários, sejam eles grandes ou pequenos, podem ter no mundo foi anunciada como um sucesso por seus organizadores, com mais de um bilhão de mensagens de esperança incentivando as pessoas a fazerem algo de bom para alguém no Dia Mundial da Ação Humanitária, que este ano caiu no domingo (19).
“Há sete bilhões de pessoas no mundo e chegamos a centenas de milhões delas com a nossa mensagem. As pessoas realmente se importam”, disse a Subsecretária-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Valerie Amos, em um comunicado para imprensa do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), também dirigido por ela.
Para a celebração deste ano, a ONU lançou uma campanha intitulada “Eu estive aqui”, que procurava envolver pessoas através das mídias sociais de forma que elas pudessem desempenhar uma ação humanitária e compartilhar suas ações individuais com os outros através de um site interativo. Na manhã de domingo, mais de um bilhão de mensagens foram compartilhadas ao mesmo tempo.
Organizado pela OCHA e lançada em 2 de agosto, a campanha recebeu o apoio da cantora americana Beyoncé Knowles, que, juntamente com a compositora Diane Warren, doou a música ‘I Was Here’ para a campanha. Sua contribuição também incluiu a gravação de um vídeo para a canção no Salão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York.
“Graças ao trabalho incrível de Beyoncé e de nossos parceiros, temos agora um compromisso global para a ação humanitária. A mensagem de pessoas ajudando pessoas é universal” , afirmou Amos. “Deixar a sua marca e dizer “Eu estive aqui” ecoa poderosamente para as pessoas de todo o mundo”.
“Eu sinto que todos nós queremos saber que nossa vida significou alguma coisa e que fizemos algo para alguém. Que espalhamos positividade, não importa quão grande ou pequeno seja o gesto”, disse Beyoncé durante os preparativo para o Dia.
A campanha mundial das Nações Unidas para destacar o impacto que os atos humanitários, sejam eles grandes ou pequenos, podem ter no mundo foi anunciada como um sucesso por seus organizadores, com mais de um bilhão de mensagens de esperança incentivando as pessoas a fazerem algo de bom para alguém no Dia Mundial da Ação Humanitária, que este ano caiu no domingo (19).
“Há sete bilhões de pessoas no mundo e chegamos a centenas de milhões delas com a nossa mensagem. As pessoas realmente se importam”, disse a Subsecretária-Geral da ONU para os Assuntos Humanitários, Valerie Amos, em um comunicado para imprensa do Escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), também dirigido por ela.
Para a celebração deste ano, a ONU lançou uma campanha intitulada “Eu estive aqui”, que procurava envolver pessoas através das mídias sociais de forma que elas pudessem desempenhar uma ação humanitária e compartilhar suas ações individuais com os outros através de um site interativo. Na manhã de domingo, mais de um bilhão de mensagens foram compartilhadas ao mesmo tempo.
Organizado pela OCHA e lançada em 2 de agosto, a campanha recebeu o apoio da cantora americana Beyoncé Knowles, que, juntamente com a compositora Diane Warren, doou a música ‘I Was Here’ para a campanha. Sua contribuição também incluiu a gravação de um vídeo para a canção no Salão da Assembleia Geral na sede da ONU em Nova York.
“Graças ao trabalho incrível de Beyoncé e de nossos parceiros, temos agora um compromisso global para a ação humanitária. A mensagem de pessoas ajudando pessoas é universal” , afirmou Amos. “Deixar a sua marca e dizer “Eu estive aqui” ecoa poderosamente para as pessoas de todo o mundo”.
“Eu sinto que todos nós queremos saber que nossa vida significou alguma coisa e que fizemos algo para alguém. Que espalhamos positividade, não importa quão grande ou pequeno seja o gesto”, disse Beyoncé durante os preparativo para o Dia.
Boa Noticia
Fonte: CASA CLAUDIA - agosto/2012
Até o final de 2013, o número de usinas eólicas no Brasil promete quadruplicar: é quando se juntrão às 46 atualmente em operação outras 140 unidades, contratadas pelo governo federal. Com isso, a participação dessa energia limpa no sistema elétrico nacional vai pular de 0,6 para 4,2%.
Até o final de 2013, o número de usinas eólicas no Brasil promete quadruplicar: é quando se juntrão às 46 atualmente em operação outras 140 unidades, contratadas pelo governo federal. Com isso, a participação dessa energia limpa no sistema elétrico nacional vai pular de 0,6 para 4,2%.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Linha da Finep vai financiar até 90% de projetos
As empresas com
projetos de inovação na área de eficiência energética e ambiental terão, a
partir do mês que vem, R$ 2 bilhões para financiar suas operações.
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) vai realizar uma chamada pública em agosto para oferecer a nova linha de crédito, com R$ 1,5 bilhão ao todo para as empresas, e outros R$ 500 milhões em subvenção econômica, que serão direcionados aos institutos federais e universidades que vão apoiar as companhias na implementação de seus projetos.
"Queremos atingir cerca de 300 empresas com a chamada pública da nova linha", afirma o presidente da Finep, Glauco Arbix. O alvo são empresas com projetos nas áreas de eficiência energética, mobilidade urbana, reciclagem de resíduos, biocombustíveis, veículos elétricos ou híbridos e outros.
A linha de R$ 1,5 bilhão em crédito terá caráter "superprivilegiado", segundo Arbix. Serão três anos de carência e mais dez anos para o pagamento do principal, a juros de 3,5% a 5% ao ano. Até 90% do projeto poderá ser financiado pela Finep.
"Quanto mais tecnologia e avanços em inovação a empresa apresentar, menores serão os juros e maior será a parcela do projeto que vamos financiar", afirma o presidente da instituição, que é vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Divulgada durante a conferência Rio+20, as condições da nova linha da Finep ainda não tinham sido detalhadas.
Arbix conta que a China mantém uma linha de crédito com foco semelhante - de inovação e eficiência -, mas, segundo ele, "está abaixo das condições que criamos". Lançada pelo governo chinês no início do ano, conta com juros menores, de 2% ao ano, que os que a Finep vai oferecer, mas as condições são menos "privilegiadas", diz Arbix: apenas um ano de carência, cinco anos para o pagamento do crédito e a cobertura do projeto é de até 50%.
Entre 2004 e 2011, a Finep aplicou R$ 4,5 bilhões em 477 projetos relacionados ao conceito de sustentabilidade, dos quais 34,6% (ou R$ 1,5 bilhão) foram aplicados em projetos de energia sustentáveis. O volume de recursos no período se concentrou em projetos na região Sudeste (que absorveu 43% do total de projetos) e na região Sul (27%), ante apenas 9% no Norte e 8% no Centro-Oeste.
Uma das áreas que mais entusiasma técnicos do governo, entre as que a Finep vai financiar a partir do mês que vem com a nova linha de crédito, é a de veículos elétricos e híbridos. A Finep tem como meta implementar a produção de 75 ônibus elétricos ou híbridos a etanol até 2014, e para isso, vai usar os subsídios para auxiliar no desenvolvimento das etapas de engenharia de projeto e certificação, e o crédito para a produção de lote-piloto.
"Queremos tornar os veículos híbridos [elétricos e etanol] e elétricos viáveis comercialmente, em especial para transporte coletivo urbano, e, para isso, desejamos estruturar a cadeia produtiva desses veículos com alto conteúdo nacional", diz Arbix.
Para obter os recursos, as empresas vão apresentar uma consulta prévia à Finep, após a chamada pública em agosto. Os técnicos da instituição vão, então, realizar um levantamento dos projetos com base na intensidade tecnológica requerida.
(Valor Econômico)
A Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) vai realizar uma chamada pública em agosto para oferecer a nova linha de crédito, com R$ 1,5 bilhão ao todo para as empresas, e outros R$ 500 milhões em subvenção econômica, que serão direcionados aos institutos federais e universidades que vão apoiar as companhias na implementação de seus projetos.
"Queremos atingir cerca de 300 empresas com a chamada pública da nova linha", afirma o presidente da Finep, Glauco Arbix. O alvo são empresas com projetos nas áreas de eficiência energética, mobilidade urbana, reciclagem de resíduos, biocombustíveis, veículos elétricos ou híbridos e outros.
A linha de R$ 1,5 bilhão em crédito terá caráter "superprivilegiado", segundo Arbix. Serão três anos de carência e mais dez anos para o pagamento do principal, a juros de 3,5% a 5% ao ano. Até 90% do projeto poderá ser financiado pela Finep.
"Quanto mais tecnologia e avanços em inovação a empresa apresentar, menores serão os juros e maior será a parcela do projeto que vamos financiar", afirma o presidente da instituição, que é vinculada ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação. Divulgada durante a conferência Rio+20, as condições da nova linha da Finep ainda não tinham sido detalhadas.
Arbix conta que a China mantém uma linha de crédito com foco semelhante - de inovação e eficiência -, mas, segundo ele, "está abaixo das condições que criamos". Lançada pelo governo chinês no início do ano, conta com juros menores, de 2% ao ano, que os que a Finep vai oferecer, mas as condições são menos "privilegiadas", diz Arbix: apenas um ano de carência, cinco anos para o pagamento do crédito e a cobertura do projeto é de até 50%.
Entre 2004 e 2011, a Finep aplicou R$ 4,5 bilhões em 477 projetos relacionados ao conceito de sustentabilidade, dos quais 34,6% (ou R$ 1,5 bilhão) foram aplicados em projetos de energia sustentáveis. O volume de recursos no período se concentrou em projetos na região Sudeste (que absorveu 43% do total de projetos) e na região Sul (27%), ante apenas 9% no Norte e 8% no Centro-Oeste.
Uma das áreas que mais entusiasma técnicos do governo, entre as que a Finep vai financiar a partir do mês que vem com a nova linha de crédito, é a de veículos elétricos e híbridos. A Finep tem como meta implementar a produção de 75 ônibus elétricos ou híbridos a etanol até 2014, e para isso, vai usar os subsídios para auxiliar no desenvolvimento das etapas de engenharia de projeto e certificação, e o crédito para a produção de lote-piloto.
"Queremos tornar os veículos híbridos [elétricos e etanol] e elétricos viáveis comercialmente, em especial para transporte coletivo urbano, e, para isso, desejamos estruturar a cadeia produtiva desses veículos com alto conteúdo nacional", diz Arbix.
Para obter os recursos, as empresas vão apresentar uma consulta prévia à Finep, após a chamada pública em agosto. Os técnicos da instituição vão, então, realizar um levantamento dos projetos com base na intensidade tecnológica requerida.
(Valor Econômico)
domingo, 15 de julho de 2012
Liga das Florestas
A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!
1 Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que mos você a fazer o mesmo.
2 Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.
3 Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.
4 Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.
1 Salvar as florestas é mais do que uma obrigação dos brasileiros – é um direito. Você pode escrever a história e conservar o patrimônio ambiental do país ao apoiar a proposta de lei popular do desmatamento zero, que mos você a fazer o mesmo.
2 Uma lei popular precisa de 1,4 milhão de assinaturas de eleitores para ser aceita pelo Congresso. É o primeiro obstáculo de um tortuoso caminho político, que parece feito para evitar que a voz do povo chegue aos círculos do poder em Brasília. Mas nós do Greenpeace vemos obstáculos como incentivos, e convidamos você a fazer o mesmo.
3 Você é a favor do desmatamento da Amazônia e das outras florestas brasileiras? Nem a gente. O Brasil já tem área desmatada suficiente para dobrar sua produção de alimentos; basta que o campo receba investimentos em eficiência na produção e recuperação de áreas desmatadas. É para isso que servirá a lei do desmatamento zero.
4 Ajude a salvar as florestas do Brasil com o reforço dos seus amigos, e ainda entrar em uma competição emocionante para ganhar uma camisetas e kit com suvenirs do Greenpeace – é uma forma divertida de exercer a cidadania.
quarta-feira, 30 de maio de 2012
VIRADA SUSTENTÁVEL
Missão
A Virada Sustentável tem como missão difundir e ampliar a informação sobre sustentabilidade na sociedade, utilizando a arte e as atividades lúdicas como principais ferramentas de comunicação, inspirando as pessoas a enxergarem na sustentabilidade um valor coletivo.
Visão
Acreditamos que a sustentabilidade pode ser alegre e inspiradora. E que essa abordagem representa um apelo importante para que pessoas, organizações e instituições atuem na construção de uma sociedade mais justa e equilibrada em várias esferas.
Valores
A Virada Sustentável é um evento cultural que reúne atrações (música, teatro, dança, instalações, exposições) que têm a sustentabilidade e seus diferentes temas (mudanças climáticas, biodiversidade, água, reciclagem, diversidade, direitos humanos, mobilidade urbana etc) como conteúdo principal.
Realizada pela empresa Virada Sustentável Eventos, em parceria com o poder público local, empresas patrocinadoras e organizações da sociedade civil, a Virada Sustentável é um movimento sem fins lucrativos, que além de promover atrações gratuitas e abertas ao público, estimula e acolhe ações e eventos paralelos aderentes ao conteúdo proposto.
Funciona também como um laboratório de práticas sustentáveis nas cidades por onde passa, estimulando governos e empresas locais a adotarem soluções sustentáveis em temas como mobilidade urbana (caminhada, bicicleta e uso do transporte público), inclusão de pessoas com deficiência (acessibilidade, necessidades especiais) e empoderamento do espaço público (parques e praças).
A Virada Sustentável se compromete a gerir de maneira responsável seus próprios impactos ambientais (compensação de emissões, gestão de resíduos, incentivo à reciclagem), em parcerias estabelecidas com empresas e agentes reconhecidamente capacitados para essa função.
Apartidária e independente de grupos políticos ou interesses econômicos, a Virada Sustentável não aceita a participação direta de empresas ou entidades ligadas aos setores de álcool, tabaco e armamentos, em linha com princípios de responsabilidade social internacionalmente aceitos.
Todas as questões éticas e morais, bem como parcerias e apoios estabelecidos, conteúdo de atrações e estratégias de atuação são submetidas e debatidas pelo Conselho Curador formado por especialistas em sustentabilidade oriundos de diversos segmentos da sociedade.
domingo, 27 de maio de 2012
Blog Água Brasil
O programa Água Brasil é uma parceria entre o WWF-Brasil, a Agência Nacional de Águas, o Banco do Brasil e a Fundação Banco do Brasil, que visa alavancar a sustentabilidade no país.
Essa iniciativa representa uma oportunidade para mostrar que é possível conciliar a dimensão econômica da produção com ganhos socioambientais e associar a reciclagem de resíduos com consumo consciente.
O Programa Água Brasil está organizado em torno de quatro temas: Projetos Socioambientais, Comunicação & Engajamento, Mitigação de Riscos e Negócios Sustentáveis.
Acesse o blog e conheça as últimas novidades desta iniciativa.
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quinta-feira, 24 de maio de 2012
Há 50 anos Heineken produzia “garrafa tijolo”
Fonte: CICLOVIVO
O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa. Foto: Divulgação
Antes que o conceito de sustentabilidade fosse difundido pelo mundo, o holandês Alfred Heineken já visualizava estratégias para dar novas utilidades às garrafas de cerveja após a bebida ser consumida. A opção sugerida por ele era que elas fossem feitas no formato de tijolos, para serem reaproveitadas na construção civil.
A ideia surgiu quando Heineken fez uma viagem à ilha caribenha de Curaçao. Lá ele avistou muitas garrafas descartadas na praia, por causa da falta de dinheiro para que os engradados fossem devolvidos às plantas de engarrafamento. A outra preocupação do holandês era com a escassez de materiais de construção em preços acessíveis à classe baixa.
O empresário considerou esses dois pontos e então contratou o arquiteto holandês John Habraken para auxiliar a criar uma espécie de garrafa tijolo. Foram necessários três anos até que o modelo, chamado de Wobo, ficasse pronto. O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa.
As garrafas eram realmente capazes de exercer a função dos tijolos. Com mil Wobos era possível construir um abrigo de 33 metros quadrados. Em 1963, quando as garrafas surgiram, a fábrica holandesa produziu cem mil delas, em dois tamanhos: 350 e 500 mm, para tornar o uso mais eficiente.
A ideia foi bastante inovadora, no entanto não teve continuidade. Hoje elas são consideradas relíquias, encontradas apenas nas mãos de colecionadores ou no museu da marca em Amsterdã. No entanto, existem duas construções feitas com o material, que comprovam a veracidade da informação e a utilidade das garrafas, ambas estão localizadas em propriedades da Heineken na Holanda.
O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa. Foto: Divulgação
Antes que o conceito de sustentabilidade fosse difundido pelo mundo, o holandês Alfred Heineken já visualizava estratégias para dar novas utilidades às garrafas de cerveja após a bebida ser consumida. A opção sugerida por ele era que elas fossem feitas no formato de tijolos, para serem reaproveitadas na construção civil.
A ideia surgiu quando Heineken fez uma viagem à ilha caribenha de Curaçao. Lá ele avistou muitas garrafas descartadas na praia, por causa da falta de dinheiro para que os engradados fossem devolvidos às plantas de engarrafamento. A outra preocupação do holandês era com a escassez de materiais de construção em preços acessíveis à classe baixa.
O empresário considerou esses dois pontos e então contratou o arquiteto holandês John Habraken para auxiliar a criar uma espécie de garrafa tijolo. Foram necessários três anos até que o modelo, chamado de Wobo, ficasse pronto. O projeto considerou tudo o que era possível para baratear a construção, por isso os engradados tinham o formato adequado para se encaixarem uns aos outros, reduzindo assim o uso de argamassa.
As garrafas eram realmente capazes de exercer a função dos tijolos. Com mil Wobos era possível construir um abrigo de 33 metros quadrados. Em 1963, quando as garrafas surgiram, a fábrica holandesa produziu cem mil delas, em dois tamanhos: 350 e 500 mm, para tornar o uso mais eficiente.
A ideia foi bastante inovadora, no entanto não teve continuidade. Hoje elas são consideradas relíquias, encontradas apenas nas mãos de colecionadores ou no museu da marca em Amsterdã. No entanto, existem duas construções feitas com o material, que comprovam a veracidade da informação e a utilidade das garrafas, ambas estão localizadas em propriedades da Heineken na Holanda.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Banco do Brasil e parceiros lançam Programa Água Brasil
O Banco do Brasil, a Fundação Banco do Brasil, a WWF-Brasil e a Agência Nacional de Águas assinam hoje, 22, protocolo de intenções para desenvolvimento do Programa Água Brasil. O Programa tem duração de cinco anos, renováveis por igual período. No dia cinco de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, serão divulgados planos de trabalho mais detalhados.
O objetivo do Água Brasil é promover a conscientização e mudanças de atitude na busca de soluções para o uso sustentável da água. Serão desenvolvidos projetos que envolvem bacias hidrográficas em cada um dos biomas brasileiros.Tais projetos vão permitir o desenvolvimento, a disseminação e a replicação de modelos e de melhores práticas de gestão e conservação de recursos hídricos. No meio urbano, serão desenvolvidas iniciativas voltadas para o estímulo ao consumo consciente e tratamento adequado dos resíduos sólidos.
“A escolha do tema está apoiada em fatores sociais, econômicos e institucionais, considerados de alta relevância para o desenvolvimento sustentável do país, como a escassez e poluição do recurso e a crescente exaustão dos aqüíferos”, informa o vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Robson Rocha.
O programa também vai disseminar melhores práticas agropecuárias junto a produtores rurais, bem como favorecer a implementação de modelos de negócios sustentáveis. Ainda segundo Robson Rocha "os produtores rurais são agentes importantes na conservação do meio ambiente por dependerem da manutenção de serviços e insumos ambientais como solo e água para seu sucesso".
Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a parceria vai promover a sinergia das instituições no avanço da sustentabilidade em atividades agropecuárias. “A capilaridade e experiência do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas, somada à importância do trabalho do WWF-Brasil em conservação da natureza mostram o potencial dessa parceria", afirma.
Fonte: Banco do Brasil / Assessoria de Imprensa BB
O objetivo do Água Brasil é promover a conscientização e mudanças de atitude na busca de soluções para o uso sustentável da água. Serão desenvolvidos projetos que envolvem bacias hidrográficas em cada um dos biomas brasileiros.Tais projetos vão permitir o desenvolvimento, a disseminação e a replicação de modelos e de melhores práticas de gestão e conservação de recursos hídricos. No meio urbano, serão desenvolvidas iniciativas voltadas para o estímulo ao consumo consciente e tratamento adequado dos resíduos sólidos.
“A escolha do tema está apoiada em fatores sociais, econômicos e institucionais, considerados de alta relevância para o desenvolvimento sustentável do país, como a escassez e poluição do recurso e a crescente exaustão dos aqüíferos”, informa o vice-presidente Gestão de Pessoas e Desenvolvimento Sustentável do Banco do Brasil, Robson Rocha.
O programa também vai disseminar melhores práticas agropecuárias junto a produtores rurais, bem como favorecer a implementação de modelos de negócios sustentáveis. Ainda segundo Robson Rocha "os produtores rurais são agentes importantes na conservação do meio ambiente por dependerem da manutenção de serviços e insumos ambientais como solo e água para seu sucesso".
Para a secretária-geral do WWF-Brasil, Denise Hamú, a parceria vai promover a sinergia das instituições no avanço da sustentabilidade em atividades agropecuárias. “A capilaridade e experiência do Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil e Agência Nacional de Águas, somada à importância do trabalho do WWF-Brasil em conservação da natureza mostram o potencial dessa parceria", afirma.
Fonte: Banco do Brasil / Assessoria de Imprensa BB
domingo, 22 de abril de 2012
Você pode tornar sua cidade mais segura tuitando
Fonte: Cidades inovadoras
Publicado em 21/01/2011
A Rede de Cidadãos Inovadores é uma proposta de mobilização social no Twitter para relatar problemas de segurança nas cidades
Os cidadãos saem de casa para resolver seus assuntos pessoais e, por onde passam, podem se deparar com situações negativas. Seja uma rua mal iluminada, um patrimônio público depredado ou uma zona conhecida por haver furtos.
A Rede de Cidadãos Inovadores parte do pressuposto de que esses indivíduos, que transitam diariamente pela cidade, são os mais aptos para identificar os problemas locais. Trata-se de uma ação de mobilização em prol da segurança pública que, para funcionar, depende unicamente dos cidadãos.
Quando presenciamos um problema nas vias públicas, é muito difícil, senão impossível, resolvê-lo sozinhos. Mas podemos agir compartilhando essa informação com quem tem meios de solucioná-lo.
Como participar
Quando você vir algo errado na sua cidade, principalmente em questão de segurança, poste no seu Twitter. Para esta mensagem ser localizada pelos órgãos aptos a resolver o problema, você deve incorporar duas hashtags.
A primeira é #redeci (sigla para Rede de Cidadãos Inovadores), que vai indicar a natureza do seu tweet. Essa hashtag deixará claro que você é um cidadão fazendo uma denúncia. Possibilitará, assim, que sua mensagem seja rastreada por instituições parceiras.
A outra hashtag deve apontar o local da ação. Use a abreviação da sua cidade. Por exemplo: #cwb, #sp, #rj, #poa, #bh etc.
Se você tuitar usando as duas hashtags, já estará participando da Rede de Cidadãos Inovadores.
Redeci
A Rede de Cidadãos Inovadores é uma iniciativa de membros da Rede Global de Cidades Inovadoras (Redeci).
A Redeci é uma rede distribuída de pessoas interessadas em inovações urbanas. Ela foi criada em março de 2010, durante a I Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI 2010). Atualmente, sua plataforma virtual (http://redeci.ning.com) reúne mais de mil membros.
Saiba mais sobre a Rede de Cidadãos Inovadores:
http://redeci.ning.com/page/conheca-a-rede-de-cidadaos
Inscreva-se no grupo de discussão 'Segurança' da Redeci:
http://redeci.ning.com/group/seguranca
Publicado em 21/01/2011
A Rede de Cidadãos Inovadores é uma proposta de mobilização social no Twitter para relatar problemas de segurança nas cidades
Os cidadãos saem de casa para resolver seus assuntos pessoais e, por onde passam, podem se deparar com situações negativas. Seja uma rua mal iluminada, um patrimônio público depredado ou uma zona conhecida por haver furtos.
A Rede de Cidadãos Inovadores parte do pressuposto de que esses indivíduos, que transitam diariamente pela cidade, são os mais aptos para identificar os problemas locais. Trata-se de uma ação de mobilização em prol da segurança pública que, para funcionar, depende unicamente dos cidadãos.
Quando presenciamos um problema nas vias públicas, é muito difícil, senão impossível, resolvê-lo sozinhos. Mas podemos agir compartilhando essa informação com quem tem meios de solucioná-lo.
Como participar
Quando você vir algo errado na sua cidade, principalmente em questão de segurança, poste no seu Twitter. Para esta mensagem ser localizada pelos órgãos aptos a resolver o problema, você deve incorporar duas hashtags.
A primeira é #redeci (sigla para Rede de Cidadãos Inovadores), que vai indicar a natureza do seu tweet. Essa hashtag deixará claro que você é um cidadão fazendo uma denúncia. Possibilitará, assim, que sua mensagem seja rastreada por instituições parceiras.
A outra hashtag deve apontar o local da ação. Use a abreviação da sua cidade. Por exemplo: #cwb, #sp, #rj, #poa, #bh etc.
Se você tuitar usando as duas hashtags, já estará participando da Rede de Cidadãos Inovadores.
Redeci
A Rede de Cidadãos Inovadores é uma iniciativa de membros da Rede Global de Cidades Inovadoras (Redeci).
A Redeci é uma rede distribuída de pessoas interessadas em inovações urbanas. Ela foi criada em março de 2010, durante a I Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (CICI 2010). Atualmente, sua plataforma virtual (http://redeci.ning.com) reúne mais de mil membros.
Saiba mais sobre a Rede de Cidadãos Inovadores:
http://redeci.ning.com/page/conheca-a-rede-de-cidadaos
Inscreva-se no grupo de discussão 'Segurança' da Redeci:
http://redeci.ning.com/group/seguranca
Artista sul-coreano usa 1.000 portas reaproveitadas em fachada de prédio
Fonte: CICLO VIVO
Foto: Choi Jeong-Hwa
O artista e designer sul-coreano, Choi Jeong-Hwa, conseguiu transformar o conceito de construção, ao dar um toque de sustentabilidade e irreverência a um edifício em Seul. A instalação conta com mil portas reaproveitadas, instaladas em toda a fachada.
O trabalho foi concluído em 2009 e batizado de “Doors”, que em português significa portas e é um nome que representa bem este projeto. As portas usadas pelo artista são todas antigas e juntas formam uma diversidade sem tamanho de cores e estilos.
As portas que dão forma ao prédio permanecem fechadas, mas ainda assim Jeong-Hwa se preocupou em usar também modelos que tivessem janelas ou vidros acoplados para preservar a iluminação natural.
O artista sul-coreano explica que a sua inspiração vem de coisas simples e da maneira como as pessoas “normais”, ou seja, quem não é artista profissional, lida com diferentes materiais. “Trabalho com coisas de uso diário e tento transformá-las em arte”, declarou ele em vídeo divulgado pelo site “The Creators Project”.
Além do prédio feito com portas, Jeong-Hwa foi o responsável por outra grande obra sustentável. Durante a olimpíada de design de Seul, em 2008, ele decorou o estádio olímpico com o lixo plástico, entregue por dez milhões de pessoas. Tudo foi pendurado na parede externa da construção e o projeto foi apelidado de “Junte Junto”. O principal conceito por trás das criações do sul-coreano é conseguir mesclar o novo e o velho e, sempre que possível, transformar o que parece velho em algo novo.
Foto: Choi Jeong-Hwa
O artista e designer sul-coreano, Choi Jeong-Hwa, conseguiu transformar o conceito de construção, ao dar um toque de sustentabilidade e irreverência a um edifício em Seul. A instalação conta com mil portas reaproveitadas, instaladas em toda a fachada.
O trabalho foi concluído em 2009 e batizado de “Doors”, que em português significa portas e é um nome que representa bem este projeto. As portas usadas pelo artista são todas antigas e juntas formam uma diversidade sem tamanho de cores e estilos.
As portas que dão forma ao prédio permanecem fechadas, mas ainda assim Jeong-Hwa se preocupou em usar também modelos que tivessem janelas ou vidros acoplados para preservar a iluminação natural.
O artista sul-coreano explica que a sua inspiração vem de coisas simples e da maneira como as pessoas “normais”, ou seja, quem não é artista profissional, lida com diferentes materiais. “Trabalho com coisas de uso diário e tento transformá-las em arte”, declarou ele em vídeo divulgado pelo site “The Creators Project”.
Além do prédio feito com portas, Jeong-Hwa foi o responsável por outra grande obra sustentável. Durante a olimpíada de design de Seul, em 2008, ele decorou o estádio olímpico com o lixo plástico, entregue por dez milhões de pessoas. Tudo foi pendurado na parede externa da construção e o projeto foi apelidado de “Junte Junto”. O principal conceito por trás das criações do sul-coreano é conseguir mesclar o novo e o velho e, sempre que possível, transformar o que parece velho em algo novo.
quinta-feira, 29 de março de 2012
Hora do Planeta direto do espaço sideral
A HORA DO PLANETA

O embaixador da Rede WWF e astronauta, André Kuipers, irá registrar imagens da Terra durante a Hora do Planeta.
Pela primeira vez na história da Hora do Planeta, este ano o apagar das luzes em diversas regiões do mundo será registrado diretamente do espaço sideral.
A Hora do Planeta irá alcançar a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), onde o astronauta e embaixador da Rede WWF, André Kuipers, irá vigiar nosso planeta no momento em que as luzes forem desligadas na noite de 31 de março.
Ele irá compartilhar essa experiência com todas as organizações da Rede WWF no mundo por meio de imagens fotográficas e comentários ao vivo via Agência Espacial Européia (ESA).
Kuipers se diz emocionado e contente em participar da Hora do Planeta e por levar para um novo patamar esse movimento de relevância mundial. "Não há melhor maneira de conscientizar as pessoas sobre o futuro do planeta mais bonito do universo!", afirma.
O co-fundador e diretor executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley, destaca que as pessoas, sejam cidadãos ou empresários, crianças escolares ou líderes mundiais, precisam acreditar que "podem fazer a diferença e agir". “O estado do nosso planeta afeta a cada um e a todos nós. No ano passado, a Hora do Planeta atingiu 1,8 bilhões de pessoas em todo o planeta. Este ano, com uma mídia digital, oferecemos uma oportunidade ainda maior de conectar pessoas que desejam adotar as ações tão necessárias em prol do meio ambiente”, disse Ridley.
No Brasil, a sociedade está se mobilizando para o apagar das luzes no dia 31 de março. “O WWF-Brasil convida a todos a participar desse movimento global e mostrar ao mundo sua preocupação com o meio ambiente. Este ano somos anfitriões da conferência Rio + 20, que entre outros temas vai debater o desenvolvimento sustentável, e é fundamental que a população brasileira esteja engajada e fazendo sua parte”, disse Regina Cavini, superintendente de Comunicação e Engajamento do WWF-Brasil.
Em 2012, a TIM e o Pão de Açúcar são os patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil e novamente o Rio de Janeiro é cidade oficial do movimento no país.
Hora do Planeta no mundo:
A Hora do Planeta usa Ícones mundiais como o Grande Recife de Corais na Austrália e o vasto Triângulo dos Corais para destacar o impacto das mudanças climáticas tanto no habitat dos corais como na abundante vida marinha e, por meio da criação de vídeos postados no YouTube, mostra às pessoas quais são as maneiras de ajudar as áreas que se encontram ameaçadas.
Celebridades do mundo inteiro também incentivam a participação na Hora do Planeta e apoiam o movimento. Entre elas, está o ativista ambiental e ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore que, numa mensagem de vídeo gravada na Antártida, pede a todas as pessoas do mundo, em todos os lugares, para que desliguem as luzes na noite de 31 de março.
A Hora do Planeta cresceu. Ela começou como uma iniciativa de uma única cidade, em 2007 e, no ano passado, envolveu 5.251 cidades num vigoroso movimento mundial que alcançou 1,8 milhão de pessoas em 135 países nos sete continentes.
Não se esqueça: a Hora do Planeta 2012 acontece das 20h30min às 21h30min de sábado, 31 de março. Participe!

O embaixador da Rede WWF e astronauta, André Kuipers, irá registrar imagens da Terra durante a Hora do Planeta.
Pela primeira vez na história da Hora do Planeta, este ano o apagar das luzes em diversas regiões do mundo será registrado diretamente do espaço sideral.
A Hora do Planeta irá alcançar a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), onde o astronauta e embaixador da Rede WWF, André Kuipers, irá vigiar nosso planeta no momento em que as luzes forem desligadas na noite de 31 de março.
Ele irá compartilhar essa experiência com todas as organizações da Rede WWF no mundo por meio de imagens fotográficas e comentários ao vivo via Agência Espacial Européia (ESA).
Kuipers se diz emocionado e contente em participar da Hora do Planeta e por levar para um novo patamar esse movimento de relevância mundial. "Não há melhor maneira de conscientizar as pessoas sobre o futuro do planeta mais bonito do universo!", afirma.
O co-fundador e diretor executivo da Hora do Planeta, Andy Ridley, destaca que as pessoas, sejam cidadãos ou empresários, crianças escolares ou líderes mundiais, precisam acreditar que "podem fazer a diferença e agir". “O estado do nosso planeta afeta a cada um e a todos nós. No ano passado, a Hora do Planeta atingiu 1,8 bilhões de pessoas em todo o planeta. Este ano, com uma mídia digital, oferecemos uma oportunidade ainda maior de conectar pessoas que desejam adotar as ações tão necessárias em prol do meio ambiente”, disse Ridley.
No Brasil, a sociedade está se mobilizando para o apagar das luzes no dia 31 de março. “O WWF-Brasil convida a todos a participar desse movimento global e mostrar ao mundo sua preocupação com o meio ambiente. Este ano somos anfitriões da conferência Rio + 20, que entre outros temas vai debater o desenvolvimento sustentável, e é fundamental que a população brasileira esteja engajada e fazendo sua parte”, disse Regina Cavini, superintendente de Comunicação e Engajamento do WWF-Brasil.
Em 2012, a TIM e o Pão de Açúcar são os patrocinadores da Hora do Planeta no Brasil e novamente o Rio de Janeiro é cidade oficial do movimento no país.
Hora do Planeta no mundo:
A Hora do Planeta usa Ícones mundiais como o Grande Recife de Corais na Austrália e o vasto Triângulo dos Corais para destacar o impacto das mudanças climáticas tanto no habitat dos corais como na abundante vida marinha e, por meio da criação de vídeos postados no YouTube, mostra às pessoas quais são as maneiras de ajudar as áreas que se encontram ameaçadas.
Celebridades do mundo inteiro também incentivam a participação na Hora do Planeta e apoiam o movimento. Entre elas, está o ativista ambiental e ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore que, numa mensagem de vídeo gravada na Antártida, pede a todas as pessoas do mundo, em todos os lugares, para que desliguem as luzes na noite de 31 de março.
A Hora do Planeta cresceu. Ela começou como uma iniciativa de uma única cidade, em 2007 e, no ano passado, envolveu 5.251 cidades num vigoroso movimento mundial que alcançou 1,8 milhão de pessoas em 135 países nos sete continentes.
Não se esqueça: a Hora do Planeta 2012 acontece das 20h30min às 21h30min de sábado, 31 de março. Participe!
Hora do Planeta 2012

Pelo quarto ano consecutivo, o WWF-Brasil convoca a população brasileira a participar do movimento mundial Hora do Planeta, que levou 1 bilhão de pessoas a apagarem as luzes em todo o mundo, em 2011. A mobilização tem como objetivo a reflexão sobre o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
O Rio de Janeiro será, mais uma vez, a cidade-âncora da campanha brasileira e ícones da paisagem carioca serão apagados, como o Cristo Redentor, a Igreja da Penha, o Monumento dos Pracinhas, a orla de Copacabana e o Arpoador.
PARTICIPE: no dia 31 de março, apague suas luzes por 60 minutos, a partir das 20:30hs (horário local).
Participe!
domingo, 18 de março de 2012
Helsinki, na Finlândia, é referência entre as cidades sustentáveis
Fonte: CicloVivo

A capital finlandesa, Helsinki, é um exemplo mundial de como ser sustentável. Desde 2002, quando foi criado o Plano de Ação em Sustentabilidade, a cidade trabalha para ser referência no controle da poluição, cuidado com a natureza e com a população.
As estratégias são baseadas, em sua maioria, nos princípios da Agenda 21 e o principal desafio das autoridades finlandesas é conseguir reunir departamentos governamentais, ONGs e a própria sociedade civil, trabalhando juntos em prol de uma cidade mais justa e sustentável.
Entre as questões levantadas no plano de ação de 2002, estavam as modificações energéticas, por modelos mais limpos e eficientes, o cuidado com o tratamento adequado dos resíduos, investimentos em transportes coletivos e aprimoramento da estrutura para bicicletas, melhorias na educação etc.
Hoje, dez anos após o documento ser elaborado, a cidade dá muitos exemplos de como é possível se desenvolver de maneira sustentável. O plano de ação caracterizava o sistema ferroviário como a “espinha dorsal” do setor de transportes públicos. O fato foi consumado, e a cidade tem uma malha ferroviária grande e eficiente, que permite que muitos cidadãos deixem os carros na garagem e optem pelos trens. Outro destaque na área de transporte urbano é o sistema de compartilhamento de bikes, que cresceu muito nos últimos anos.
Conforme informado pelo site norte-americano Inhabitat, a cidade produz a sua própria eletricidade, que é distribuída em somente uma planta de co-geração, um sistema muito mais eficiente que os tradicionais. Além disso, a capital finlandesa é pioneira nos centros eficientes de armazenamento de dados, que reduzem consideravelmente as emissões de dióxido de carbono.
A preocupação ambiental é uma constante em todo o país, que se comprometeu a preservar arquipélagos e apóia o Desafio do Mar Báltico. Para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, Helsinki se preocupa com a destinação correta dos resíduos. Mais da metade do lixo produzido é encaminhada à reciclagem, outra boa parte é incinerada. Antes disso, o plano de ação determina que é necessário haver a prevenção para minimizar a quantidade de resíduos produzida.
No site da cidade está estampado o desejo de se desenvolver de maneira consciente e correta: “Helsinki está empenhada em implementar a sustentabilidade ecológica, social e econômica, porque a cidade visa salvaguardar boas condições de vida para todos os residentes, agora e no futuro”.

A capital finlandesa, Helsinki, é um exemplo mundial de como ser sustentável. Desde 2002, quando foi criado o Plano de Ação em Sustentabilidade, a cidade trabalha para ser referência no controle da poluição, cuidado com a natureza e com a população.
As estratégias são baseadas, em sua maioria, nos princípios da Agenda 21 e o principal desafio das autoridades finlandesas é conseguir reunir departamentos governamentais, ONGs e a própria sociedade civil, trabalhando juntos em prol de uma cidade mais justa e sustentável.
Entre as questões levantadas no plano de ação de 2002, estavam as modificações energéticas, por modelos mais limpos e eficientes, o cuidado com o tratamento adequado dos resíduos, investimentos em transportes coletivos e aprimoramento da estrutura para bicicletas, melhorias na educação etc.
Hoje, dez anos após o documento ser elaborado, a cidade dá muitos exemplos de como é possível se desenvolver de maneira sustentável. O plano de ação caracterizava o sistema ferroviário como a “espinha dorsal” do setor de transportes públicos. O fato foi consumado, e a cidade tem uma malha ferroviária grande e eficiente, que permite que muitos cidadãos deixem os carros na garagem e optem pelos trens. Outro destaque na área de transporte urbano é o sistema de compartilhamento de bikes, que cresceu muito nos últimos anos.
Conforme informado pelo site norte-americano Inhabitat, a cidade produz a sua própria eletricidade, que é distribuída em somente uma planta de co-geração, um sistema muito mais eficiente que os tradicionais. Além disso, a capital finlandesa é pioneira nos centros eficientes de armazenamento de dados, que reduzem consideravelmente as emissões de dióxido de carbono.
A preocupação ambiental é uma constante em todo o país, que se comprometeu a preservar arquipélagos e apóia o Desafio do Mar Báltico. Para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, Helsinki se preocupa com a destinação correta dos resíduos. Mais da metade do lixo produzido é encaminhada à reciclagem, outra boa parte é incinerada. Antes disso, o plano de ação determina que é necessário haver a prevenção para minimizar a quantidade de resíduos produzida.
No site da cidade está estampado o desejo de se desenvolver de maneira consciente e correta: “Helsinki está empenhada em implementar a sustentabilidade ecológica, social e econômica, porque a cidade visa salvaguardar boas condições de vida para todos os residentes, agora e no futuro”.
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Falsos vilões - A indústria do papel

Fonte: SUPER INTERESANTE - dez / 2011
por Maurício Horta
Falsos vilões
Cortar árvores, eliminar carbono, sacos plásticos: tudo isso faz mal para o planeta. Mas a história não acaba por aqui
A indústria do papel
Derrubar um campo de futebol de floresta equivale a emitir 500 toneladas de CO2. Mas reflorestar esse mesmo terreno para produzir madeira e papel limpa a atmosfera. A lógica é simples: ao crescer, a árvore absorve CO2, fazendo o famoso sequestro de carbono, que é armazenado na celulose usada para a produção do papel. No Brasil, a indústria de celulose emite 21 milhões de toneladas de CO2, mas as florestas plantadas de pinus e eucalipto sequestram 64 milhões de toneladas de CO2. Ou seja, essa conta dá superávit - a plantação limpa mais do que polui. E tem um detalhe, enquanto cresce, uma floresta capta muito mais CO2 do que quando chega à maturidade. Por isso, em termos de limpeza de carbono, é até melhor derrubar e plantar uma floresta nova do que deixar uma sempre de pé. Além disso, a indústria do papel garante que sempre exista uma cobertura de árvores em seus terrenos - afinal, mesmo quando ela está cortando um lote de floresta para produzir papel, há um outro que está de pé (e respirando) . E o melhor para a sua consciência é que o papel utilizado no Brasil não vem do desmatamento de mogno na Amazônia, mas da colheita de eucalipto e pinus de florestas plantadas no sul do país (veja quadro).
Mais limpo que sujo
Cortar árvores é ruim. Mas replantá-las o tempo todo limpa a atmosfera.
21 milhões de toneladas de CO2 é o que emite a indústria do papel.
64 milhões de toneladas de CO2 é quanto absorvem as árvores da mesma indústria.
É pinheirinho
Veja os estados que mais produzem papel no Brasil.
44% - São Paulo
21% - Paraná
19% - Santa Catarina
4% - Bahia
4% - Minas Gerais
8% - Outros*
O papel produzido na região Norte é usado em embalagens e papel higiênico para consumo local
Veja também Guia verde politicamente incorreto
Arquitetos projetam vila sustentável na Índia

Fonte: CICLOVIVO
O escritório de arquitetura holandês Ooze criou um projeto de uso residencial e comercial a ser localizado em Gundala, a 35 km ao sul da cidade de Hyderabad, na Índia central. O objetivo do projeto, denominado ‘Forest Life’ ou 'Vida na Floresta’, é criar uma eco-comunidade com tipologias de vilas individuais localizadas dentro da floresta, ao lado de uma área repleta de torres residenciais e um centro comercial, com lojas, atividades de lazer e escritórios, ao longo da estrada principal.
Com um centro cultural, esportivo e comunitário, além de um templo também localizado entre as vilas e a floresta, o projeto centra-se na integração da paisagem natural existente, a inclinação do terreno e a floresta com o ambiente construído.
Os terrenos retangulares têm a face voltada para o norte, seguindo os princípios “vastu” para infraestrutura e unidades residenciais. Esses princípios milenares védicos atrai bons fluidos para todos os ambientes. Ele dita até os pormenores da construção, como a melhor direção para se começar a escavar a terra e levantar uma parede, e ensina os melhores momentos para cada fase da construção, com precisão de minutos.
As interligações entre os pequenos diferentes bairros era um dos critérios mais importantes do desenho urbano para assegurar que cada unidade fosse acessível por carro, a pé ou de bicicleta. Cada parte é acessível através de uma rede de espaços verdes públicos, meio natural/meio paisagístico que penetra na estrutura construída, criando zonas de interação social, telas naturais que criam espaços de privacidade. Cada unidade tem um acesso de frente para uma rua e um acesso, nos fundos, para o verde.
A tipologia das moradias é baseada na ideia de uma vida natural em simbiose com a natureza. O jardim é como uma extensão da sala de estar. Pátios e varandas incluem a natureza dentro do ambiente. As fronteiras entre o exterior e interior são intencionalmente turvas. Cada unidade é projetada seguindo critérios de sustentabilidade, levando em consideração os ciclos de vida e sistemas autônomos que integram o aspecto da água, energia e resíduos em diferentes escalas: a casa, a comunidade e a vizinhança.
O “clima” reinterpreta o tradicional ornamental "Jali" (pedra perfurada ou tela de treliça) que envolve os espaços. É uma característica evolutiva que se transforma, de acordo com a orientação e as exigências de privacidade de cada unidade residencial. Cada residência será única. Com informações do Oooze.
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